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Investidos MZN 135 milhões para construção de seis sistemas de abastecimento de água na Província de Maputo

Júlio Parruque procedeu, ontem, ao lançamento da primeira pedra para a construção de seis sistemas de abastecimento de água na Província de Maputo.

O acto teve lugar no Posto Administrativo de Maluana, distrito da Manhiça, e contou com a participação de representantes de diversas instituições de governação descentralizada da província, bem como administradores de Boane, Marracuene, Manhiça e Magude.

Avaliado em cerca de MZN 135.6 milhões, o projecto insere-se no âmbito do Programa Nacional de Abastecimento de Água e Saneamento Rural (RONASAR) e financiado por parceiros de cooperação e desenvolvimento (FCDO/USAID), prevendo beneficiar a mais de 40.738 pessoas nos distritos de Boane, Marracuene, Manhiça e Magude.

Na ocasião, Parruque realçou que o empreendimento materializa o cumprimento dos objectivos estratégicos do Plano Quinquenal da Governação Descentralizada Provincial, que prevê o incremento da taxa de cobertura do abastecimento de água em cerca de 1.8%, passando dos actuais 60.2% para 62% em 2023, devendo alcançar, em 2024, a taxa de cobertura de 66% nas zonas rurais.

O governante esclareceu que, além das infra-estruturas iniciadas, o executivo provincial prevê incrementar, no presente quinquénio, a taxa de cobertura do abastecimento de água rural em 10%, através de novos projectos nos próximos anos, bem como pela realização dos projectos de investimento ainda no exercício económico de 2022.

Trata-se da construção de 10 furos de água no distrito de Magude que beneficiarão a cerca de 3000 pessoas; a instalação e montagem de quatro unidades de dessalinização nos distritos de Moamba (1), Magude (2) e Matutuine (1), que favorecerão a cerca de 4450; bem com a construção de dois sistemas de abastecimento de água multiuso, em Matutuine e Moamba, com cerca de 3600 beneficiários.

Aos empreiteiros e fiscais, o governador provincial exigiu a celeridade e cumprimento escrupuloso da qualidade e dos prazos de entrega das obras, de modo a que as infra-estruturas tenham a qualidade desejada e possam servir à população por muitos e longos anos, devendo alcançar a sua vida útil e plena exploração.

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