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Instituto da Cooperação e da Língua e Fundação Calouste Gulbenkian atribuem 60 bolsas de viagens a artistas

O Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, IP. e a Fundação Calouste Gulbenkian pretendem atribuir 60 bolsas de viagens a artistas nacionais dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) ou de Timor-Leste, e aí residentes, nas áreas da música e das artes cénicas (teatro, dança, artes circenses, ópera e canto). Para o efeito, abriu, no passado dia 16, um concurso cujo objectivo é apoiar a frequência de residências artísticas na Europa, Brasil, Austrália ou países vizinhos dos PALOP e Timor-Leste.

Inserindo-se no projecto PROCULTURA (Promoção do emprego nas atividades geradoras de rendimento no sector cultural nos PALOP e Timor-Leste), da União Europeia, com a cedência de bolsas de viagens o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, IP. e a Fundação Calouste Gulbenkian querem, igualmente, apoiar o desenvolvimento do trabalho dos artistas em diálogo com outros contextos de criação contemporânea, incentivar o seu reconhecimento e a sua circulação internacional.

Em geral, a PROCULTURA existe para contribuir na criação de emprego em actividades geradoras de rendimento na economia cultural e criativa nos PALOP e em Timor-Leste, com um orçamento de 19 milhões de euros até 2023. A acção é enquadrada pelos princípios do consenso europeu em matéria de desenvolvimento (O nosso mundo, a nossa dignidade, o nosso futuro), nomeadamente, pelo reconhecimento de que a cultura favorece «a inclusão social, a liberdade de expressão, a formação da identidade, o empoderamento civil e a prevenção de conflitos» e pela intenção da União Europeia e dos seus Estados membros de fomentar a economia e as políticas culturais quando estas contribuam para alcançar o desenvolvimento sustentável, avança a nota de imprensa sobre o concurso.

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