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Insegurança condiciona regresso da Total à vila de palma

Cabo Delgado já não regista ataques terroristas desde Agosto último, altura em que Forças de Defesa de Moçambique e da República do Ruanda lançaram uma operação militar conjunta  de combate ao grupo armado instalado na província há cerca de quatro anos, mas, até ao momento, ainda não sabe quando a multinacional francesa Total irá retomar o projecto de exploração de gás na bacia do Rovuma, que foi interrompido em Março deste ano, depois do assalto à vila de Palma.

“Só depois das condições de segurança estiverem garantidas, voltaremos a contactar os investidores para desenhar um novo cronograma de retomada do projecto de gás na bacia de Afungi, por enquanto as atenções estão viradas à normalização da situação nos distritos afectados”, prometeu Max Tonela, ministro dos Recursos Minerais e Energia, durante a sua visita à zona norte de Cabo Delgado.

Devido aos ataques terroristas, continuam incertezas sobre as datas da retomada da Total, que foi concessionada à área 1, cujo início da exploração de gás estava previsto para 2024, entretanto, apesar da insegurança, a ENI, a multinacional italiana, que ocupou a área 4, continua normalmente a construir a sua plataforma no alto mar e, segundo previsões, deverá entrar em funcionamento em 2022.

“O projecto da Plataforma flutuante está a correr de acordo com o programado e, segundo informações, a sua construção está em quase noventa por cento de execução”, esclareceu Max Tonela, ministro dos Recursos Minerais e Energia.

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