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Inhambane repovoou 93 dos 330 hectares do mangal

Continuam acentuados os níveis de destruição do mangal na província de Inhambane, que perde anualmente mais de 10 hectares da planta.

Para devolver a vida marinha, o sector de pescas tem estado a fazer o repovoamento da costa, uma actividade que ainda está além do desejado.

É que segundo deu a conhecer a Directora dos Serviços Provinciais de Actividade Económica naquele ponto do país, Elvira Chauque, a província já repovoou 93, dos 330 hectares do mangal.

“Reconhecemos que estamos um pouco longe da meta que nos foi atribuída, mas estamos a trabalhar para chegarmos la”, acrescentou Elvira Chauque.

A dirigente disse ainda que o sector trabalha junto das comunidades, pois entende que mais do que reflorestar, é preciso evitar que novas áreas sejam devastadas.

Grande parte dessa destruição é causada pelo homem que usa as estacas do mangal para construção de casas, bem como para lenha. Aliás, a devastação de extensas áreas de mangal é apontada como sendo uma das principais razoes da redução da produção pesqueira na província.

Em Inhambane existem três centros de produção de mudas de mangal, que posteriormente são plantados ao longo da costa.

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