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INGC assegura apoios a deslocados de ataques armados em Manica

O Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) assegurou apoio para os cerca de quatro mil deslocados que se encontram em cinco centros de acolhimento no distrito de Gondola, província de Manica.

Apesar disso, a directora-geral do INGC, Luísa Meque, manteve contacto com as vítimas dos ataques armados em Manica e anotou que elas deverão, num futuro próximo, sair da dependência alimentar, devendo para tal procurar áreas de cultivo.

“O que nós vamos fazer é tambéma poiar em sementes para poderem produzir e terem as suas machambas. Como Governo, sector responsável pela produção”, existe preocupação “para que cada uma das famílias possa continuar a sua actividade agrícola”, disse Luísa Meque, anotando que o Executivo está empenhado na resolução das preocupações dos deslocados.

A dirigente disse ainda, por outro lado, ter conhecimento que do sofrimento dos deslocados e há quem busca oportunidade para sobreviver. Daí, ela pediu vigilância para que no meio dos deslocados não apareçam pessoas a beneficiar-se de apoios sem que sejam vítimas de ataques armados.

“Nós queremos saber que vamos apoiar os nossos irmãos de Gondola e trazermos produtos que cheguem para as pessoas que estão aqui. Não queremos trazer produtos e entregá-los às pessoas que não fazem parte deste grupo”, referiu a dirigente.

O distrito de Gondola conta até ao momento com 697 famílias, o correspondente a um total de 3.930 deslocados, que se encontram nos centros de acomodação de Chibuto-2, Muda Serração, Mussequece, Cafumpe e Inchope-sede.

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