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Há restrições de voos internacionais no âmbito da vigência do estado de emergência

Autoridade da Aviação Civil de Moçambique esclarece que o espaço aéreo moçambicano não está fechado, mas sim há restrições de voos internacionais no âmbito da vigência do estado de emergência.

Face à chegada recente de alguns voos internacionais no aeroporto de Mavalane, sendo um deles da Transportadora Aérea de Portugal (TAP) e Etiopian Airlines, facto que levou a um aparente mau estar na sociedade, moçambicana devido ao desembarque de algumas pessoas suspeitas de estarem infectadas pelo novo coronavírus.

O Instituto da Aviação Civil de Moçambique (IACM), que é também a Autoridade da Aviação Civil Nacional convocou esta quinta-feira a imprensa para esclarecer o ponto de situação da aviação civil no país e sobretudo explicar o que esta em volta da chegada desses voos e também dar a conhecer que o espaço aéreo nacional na esta fechado.

A chegada de um dos voos contribuiu para o aumento de casos positivos da COVID-19 disse o comandante João de Abreu que acrescentou que “na operacionalização dos dispositivos existentes nós chegamos a fase em que seria necessário normalizar, produzir mecanismos para a limitação de movimentação de pessoas dentro das nossas fronteiras.

O que devo dizer aqui isto não é fecho do espaço aéreo isto é a limitação do movimento de pessoas, o que quer dizer que cada caso será analisado em função do interesse, desde que seja do interesse do estado, evacuação médica, aviões cargueiros ou assuntos de caracter humanitário. Agora o movimento apenas de lazer que não são de carácter humanitário são limitados. Moçambique não fechou o espaço aéreo mas está limitado.

A fonte disse ainda ao “O País” “que o encerramento do Espaço aéreo não seria compreensível visto que os céus de Moçambique são cruzados por varias aeronaves e pode haver necessidade servir a interesses humanitários e de emergência.

Com o relaxamento de algumas medidas de isolamento em certos países, a volta do mundo, há segundo o presidente do Conselho da Administração do Instituto da Aviação Civil de Moçambique João de Abreu há apetência dos cidadãos desses países em viajar para Moçambique, o que levou com que as autoridades de aviação civil a adoptar mecanismos de filtragem para que o país consiga disciplinar esse movimento. “Os mecanismos existem no tereno e estão la e por isso nos detectamos esses movimentos e em alguns dos casos chegamos a reter aeronaves no chão, porque nós trabalhamos em sintonia, os mecanismos estão lá e são eficazes. A etiópian Airlines foi notificada e a diferença que entra outros e suspenderam voluntariamente".

A nível doméstico, antes da COVID-19, havia registo de 140 voos semanais das companhias nacionais que neste momento registou queda em 90%.

E devido a restrições na aviação civil internacional há neste momento 15 moçambicanos retidos na china proveniente de diferentes países do mundo. O sector da aviação e dos mais afectados a nível mundial com os impactos da COVID-19 que já mandou para o desemprego mais de 90 mil pilotos do sector da aviação civil que tem também muitas aeronaves em terra.

 

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