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Há cada vez mais pessoas a aderirem ao voluntariado no país

Foto: O País

O mundo celebra hoje o Dia Internacional do Voluntariado e, em Moçambique, a data foi marcada por várias actividades de cariz social. O Conselho Nacional do Voluntariado chama, uma vez mais, a sociedade a valorizar e a integrar à causa do voluntariado nas várias situações adversas que o país enfrenta.

Foi na Praça dos Heróis Nacionais, onde se rendeu homenagem aos libertadores da pátria, mas também aos voluntários que deram e continuam a dar o melhor de si nas ocasiões em que o país precisa da solidariedade interna.

Olhando para os actuais desafios, as calamidades naturais, o drama da insurgência em Cabo Delgado e a pandemia da COVID-19, o voluntário é, mais uma vez, chamado a intervir. Osvaldo Mauaie, presidente do Conselho Nacional do Voluntariado, destaca o aumento de voluntários de todas as idades e também a abrangência nas actividades.

“Com muita felicidade, há muitos jovens a aderirem ao voluntariado, aliás são a maior parte de voluntários que temos no país. Então, os jovens têm estado a liderar vários processos, seja em campanhas da área de educação, seja da área da saúde. Agora, é um facto que o voluntariado não se resume apenas à juventude, é preciso que todos os moçambicanos o sejam”, vincou Mauaie.

Por seu turno, o secretário de Estado da Juventude, Oswaldo Petersburgo, diz que, apesar de níveis satisfatórios de adesão, é preciso que haja mais pessoas no voluntariado. “Apesar de estarmos satisfeitos com o nível de adesão, queremos mais e melhor aproveitarmos este momento para exortarmos os moçambicanos a voluntariem-se todos os dias pelo bem comum.”

O Conselho Nacional de Voluntariado tem mais de 150 organizações filiadas em todo o país, que, ao todo, congregam mais de 300 mil voluntários. Exige-se maior actuação do voluntário para ajudar a pessoa com deficiência, devido à sua vulnerabilidade.

“Vamos agora para a época das chuvas e calamidades e as pessoas com deficiência são mais vulneráveis, pelo que temos que ter mais voluntários por perto para poder dar uma mão a essas pessoas necessitadas”, diz Ricardo Muresse, activista em Direitos Humanos, com enfoque na pessoa com deficiência.

Depois da deposição da coroa de flores, seguiu-se uma acção de limpeza nas imediações do Mercado Mazambana, vulgo Adelina, nos arredores da Cidade de Maputo.

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