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Graça Machel defende que mesmo com índices altos de pobreza e fome país ainda não se deu conta da gravidade do problema

A Activista Social Graça Machel diz que há fome em todo o território nacional, e, mesmo assim, o país ainda não se deu conta da gravidade do problema. Por isso, a activista social defende a necessidade de planificação para produção rural e capacitação dos moçambicanos para que possam produzir com qualidade e fazer melhor distribuição dos produtos.

Realmente, a pobreza, fome e desnutrição crónica, são três palavras fortes e de grande impacto nas populações das províncias de Niassa, Zambézia, Nampula Cabo Delgado e Tete, que cronicamente passam fome. Porém, segundo Graça Machel, ainda assim, o país não se deu conta da gravidade do problema.

Mais do que pobreza material, a activista social disse que existem outras pobrezas: a de conhecimento, de criatividade e de iniciativa que resultam das privações causadas pela fome e desnutrição, por isso, defende soluções simples e urgentes para reverter o cenário, começando dos distritos.

Graça Machel falava durante uma palestra sobre o dia mundial da alimentação, organizada pela Universidade Pedagógica de Maputo.

A celebração do dia se comemora numa altura em que as Nações Unidas anunciam que mais de 130 milhões de pessoas estão na iminência de passar fome até o final deste ano e neste momento, 690 milhões de pessoas já não têm o que comer.

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