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Governo vai investir USD 100 milhões em distritos com parques e reservas

Anualmente, cerca de 20 mil elefantes são mortos em África. O marfim dos animais abatidos alimenta o comércio ilegal da mercadoria no mundo. Como forma de travar esta prática no país, o Governo tem vindo a implementar diferentes medidas, e, neste sentido, o executivo vai investir mais de 100 milhões dólares americanos, em cinco anos, em projectos das comunidades que integram os parques e reservas nacionais, por forma a evitar, não só o tráfico ilegal de espécies como marfim, mas também para reduuzir o conflito homem-animal.  No entanto, o ministro da Terra Ambiente e Desenvolvimento Rural considera que estes esforços só vão surtir efeito com o envolvimento das comunidades.

O país tem dado grandes avanços no combate à caça furtiva no país. A título de exemplo, houve a redução de 68 por cento para 28 por cento.

Celso Correia falava, nesta quarta-feira, na abertura da reunião da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas em Extinção (CITES) sobre os Planos Nacionais de Acção do Marfim. No parecer da CITES, o país deu grandes passos na componente legal, mas ainda persistem desafios.

Moçambique é signatário da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies de fauma e flora silvestres ameaçadas de extinção desde 1981. A reunião internacional da organização vai decorrer até o dia 4 deste mês e envolve 75 delegados de diferentes país.

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