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Governo garante funcionamento de 10 silos até Março de 2022

O Governo espera ter 10 silos e armazéns em funcionamento até o primeiro trimestre de 2022. No total, as infra-estruturas terão capacidade para conservar 75.500 toneladas de cereais e leguminosas.

São 10 complexos, sendo sete para serem reabilitados e três para serem construídos. Como forma de minimizar as perdas após as colheitas e garantir as quantidades viáveis para a exportação, o executivo decidiu reabilitar e construir os complexos de silos e armazéns para cereais e leguminosas.

Para o efeito, foram seleccionadas duas empresas MozGrain Lda. e AgroBusiness Lda., para a execução dos trabalhos.

Conforme explicou o Ministro da Indústria e Comércio, Carlos Mesquita, com a empresa Mozgrain, Lda foram assinados dois contratos, sendo um na modalidade de Reabilitação, Operação e Devolução (ROT) para os complexos de silos e armazéns localizados em Gorongosa e Nhamatanda, Lichinga, Mugema e Milange, Ulónguè e outro na modalidade de Construção, Operação e Devolução (BOT), no Complexo de Báruè.

Com a Agrobusiness, Lda foram igualmente dois contratos, na mesma modalidade ROT para o Complexo de Malema e outro na modalidade BOT para os complexos de Iapala-Ribáuè e Cuamba.

“A capacidade total de armazenagem destes Complexos de Silos e Armazéns localizados, como se sabe, em zonas com potencial agrícola, é de 75.500 toneladas. Os complexos de silos e armazéns por reabilitar, na sua maioria, vão estar operacionais a partir de Junho do presente ano, sendo que os por construir estarão operacionais no primeiro trimestre do próximo ano”, disse Mesquita.

Com os contratos, os parceiros garantem a geração de emprego, combate a pobreza e fome no país.

Suhas Chougule, representante da Mozgrain, Lda Beira, disse que dentro de 30 ou 60 dias poderão estar operacionais dois complexos, sob a sua gestão.

Os contratos assinados preveem, ainda, a construção de fábricas, conforme explica Ângelo Ferreira, director da Agrobusiness.

“Já estamos a instalar uma fábrica no silo de Malema e isso vai garantir o direito a venda da sua produção, bem como reforçar a produção de alimentos no país”, avançou.

O projecto visa impulsionar a exportação de produtos para Quénia e Ruanda e, por via disso, reduzir o nível de importação. O governo prevê o aumento de centros logísticos daqui a três ou quatro anos,

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