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Governo e Thai Logistic acordam adendas do projecto ferro-portuário

O Governo e a Thai Moçambique Logística S.A rubricaram um memorando para a viabilização do projecto do corredor Ferro-portuário entre Macuse, na Zambézia, e Chitima, em Tete.

O acto teve lugar esta sexta-feira, na localidade de Supinho, posto Administrativo de Maquival, há sensivelmente 50km de Quelimane.

“A cerimónia que acabamos de testemunhar constitui um passo significativo para o início do projecto que tanto ansiamos. Hoje foram assinados formalmente as adendas dos contratos de concessão da linha férrea Chitima – Macuse e as infra-estruturas do respectivo terminal portuário”, disse o Ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita.

Dadas as alterações de grande vulto solicitadas pelos promotores do projecto mostrou-se necessária uma nova avaliação e aprovação pelo Conselho de Ministros dos termos das concessões e das respectivas adendas contratuais. 

O titular da pasta dos Transportes e Comunicações afirmou que o projecto conheceu mudanças na extensão da linha férrea passando a incluir cerca de 120 quilómetros no troço entre a vila de Moatize e a região de Chitima, onde se situam reservas carboníferas.

O projecto sofreu ainda alterações de fundo nas infra-estruturas para a acostagem de navios, passando do lado de Macuse, a norte do rio, para a região do Supinho, a sul. 

O projecto é de importância vital para a logística do sector mineiro, na medida em que vai garantir a abertura da bacia de Moatize ao mercado internacional, assegurando um custo logístico mais competitivo face aos concorrentes mais directos, caso da Austrália e Indonésia. 

O investimento global ascende a 2.700 milhões de dólares norte americanos, o comprimento total da linha férrea é de 639 quilómetros.

 

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