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Governo do Mali apresenta demissão após massacre de 160 pastores de gado

Num gesto inesperado, o Primeiro-Ministro de Mali, Boubeye Maiga, e o governo decidiram na quinta-feira renunciar ao poder, sem indicar as razões do abandono das pastas. O Presidente Ibrahim Boubacar Keita já emitiu um comunicado aceitando a decisão do governo, um dia depois de o Parlamento ter discutido a possibilidade de avançar com uma moção de censura contra o governo.

Foi em Março que cerca de 160 pastores de gado da etnia Fulani foram assassinados por um grupo étnico vigilante, mas ainda não se conhecem os devidos responsáveis. Apenas cinco pessoas foram detidas. O massacre parece ter sido uma retaliação pela morte de 23 soldados por um grupo terrorista afiliado a al-Qaeda. Maior parte dos membros pertencem à etnia Fulani.

 Mali está em conflito civil desde 2012, e mais de metade do país está sob o controlo de jihadistas.

 

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