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Governo da Zambézia necessita de dois biliões MT para repor infraestrutura

O Governo central precisa de dois bilhões de meticais para restabelecer de forma definitiva a rede viária da província da Zambézia danificadas pelas Chuvas e Inundações de 2015 a esta parte. O ministro João Machatine está de visita a província Central da Zambézia para se inteirar dos impactos das enxurradas que tem estado a cair nas diversas infraestruturas com destaque para estradas e pontes.
 
Na província da Zambézia pelo menos 1.375 quilómetros de estradas estão intransitáveis. De acordo com o ministro nesta fase, para trabalhos de emergência nas infraestruturas danificadas no sentido de garantir a normalidade de vida da população, o governo necessita de 219 milhões de meticais.
 
"Em termos de impacto orçamental temos dois aspectos a considerar porque temos aquilo que chamamos de intervenções imediatas, estamos a falar de uma necessidade orçamental na ordem de 219 milhões meticais para reparar imediatamente as secções cortadas nomeadamente encontros das pontes, aquedutos que ficaram danificados e uma ponte metálica que foi arrastado" disse o Ministro para quem o governo central para tornar possível obras definitivas "precisa de aproximadamente dois bilhões de meticais que necessário mobilizar para restabelecer definitivamente a rede viária da província da Zambézia".  
 
O ministro das Obras públicas habitação e Recursos Hídricos visitou os principais troços dos distritos de Mocuba, Maganja da Costa e Mocubela e ficou com impressão dos estragos das enxurradas que estão a cair na província. As vias de terra batida apresentam enormes crateras o que complica o trânsito de veículos, pessoas e bens bem como comunicação interdistrital.
 
Naqueles troços os veículos de tracção a quatro rodas chegam a enterrar devido ao estado lamacento da via. Aliás, comitiva de João Machatine sentiu o drama que muitas vezes a população vem ao público clamar por intervenção. "Precisamos de resolver de forma urgente esta situação e através de intervenção de emergência temos que ter um plano para minorar este martírio" disse.

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