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Governo ainda não aprovou plano de contingência para atacar época chuvosa

A época chuvosa já começou e o Governo ainda não aprovou o plano de contingência para fazer frente a possíveis cenários. Entretanto, hoje, Luísa Meque, directora-geral do INGC, garantiu que o documento será remetido, em breve, para o Conselho de Ministro para a sua provação.

Trata-se de um documento importante porque indica as necessidades materiais e financeiras que o governo precisa para fazer face a cenários como cheias, inundações e ciclones. Por ser um documento que antevê esses fenómenos, já deveria ter sido aprovado. No entanto, o país já entrou na época chuvosa, mas o executivo ainda não aprovou o instrumento que deverá guiar a sua acção.

“Esse instrumento esteve numa fase de elaboração e esperamos que seja, em breve, apresentado ao nível do Conselho de Ministros para a posterior divulgação”, disse a governante tendo acrescentado que “nesta altura é prematuro avançar qualquer detalhe sobre o documento, mas o que podemos avançar é que trata-se de um plano de contingência que já foi trabalhado e só nos resta a sua entrega ao Governo para apreciação e possível aprovação”, não se alongou.

Em Moçambique a época chuvosa inicia em Outubro e termina em Março do ano seguinte.

Segundo dados avançados no VII Fórum Nacional de Antevisão Climática (FNAC), que aconteceu no mês passado, na presente época 2020-2021, estima-se que 500 mil pessoas estejam em risco devido à possibilidade da ocorrência de cheias nas principais bacias hidrográficas com maior incidência nas regiões centro e norte do país.

Ainda nesse fórum ocorrido no Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural, ficou-se a saber que o plano de contingência para esta época está avaliado em mais de cinco milhões de meticais.

 

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