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GCCC acusa moçambicanos no caso Embraer

A Embraer vendeu dois aviões à empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), entre 2007 e 2009, processo no qual alguns moçambicanos teriam-se beneficiado de pagamentos ilícitos, vindos da companhia brasileira. O Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) informou, hoje, que existem três arguidos no caso, todos moçambicanos, entretanto não cita nomes.

O Gabinete Central de Combate à Corrupção disse, por outro lado, que nos últimos três meses foram abertos 284 processos-crime, devido a casos de corrupção, que lesaram o Estado em mais de 370 milhões de meticais. Na maior parte dos casos, 80 por cento, trata-se de situações que envolvem funcionários e agentes do Estado.

A instituição que combate a corrupção está também a investigar o desvio dos 17 milhões de meticais da Migração.

Recentemente, foram difundidas informações dando conta que os membros do Conselho de Administração da Electricidade de Moçambique (EDM) recebem acima de um milhão de meticais em salários. O Gabinete Central de Combate à Corrupção disse ser preocupante a situação dos salários elevados na empresa pública, mas não afirma se são ou não ilegais.

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