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Franco-Moçambicano realiza Festival de Música Electrónica

A segunda edição do Festival de Música Electrónica do Centro Cultural Franco-Moçambicano pretende mostrar e promover o género musical a nível nacional, nas suas mais diversas vertentes. Devido ao contexto actual, desta vez, a edição não será presencial. Assim, as performances serão online, com os ritmos da música de dança de Khataza, percussão eléctrica da dupla Mukhosse, viagem psicadélica do “Likumbi”, com Nandele e Texito Langa, e “Exorcismo” hipnótico de A Million Things.

As actuações irão arrancar às 18h de sábado, com Khataza. Durante 30 minutos, adivinha-se, segundo o Franco-Moçambicano, a demonstração da versatilidade da autora, que poderá exprimir-se de forma hilariante e subtil na maneira de sequenciar a selecção de música que toca.

A seguir a Khataza, entra em cena Mukhose, uma dupla composta por dois jovens moçambicanos, Amilton Nhamgumbe (DJ) e Ivan Massangaie (percussionista), “que interpretam e percutem sobre músicas e canções tradicionais e modernas. Da mesa de DJ se libertam misturas que se fundem com a percussão da mbila e batuques”.

Nandele e Texito Langa apresentam-se a partir das 19h15, durante meia hora, em “Likumbe”, que significa ritual de iniciação da tribo makonde da província de Cabo Delgado, no planalto de Mueda, direccionado a jovens e adolescentes que têm como propósito ensinar o modus vivendi daquela etnia e a compreensão profunda do que são os seus deveres do ponto de vista tribal. “Neste Likumbi musical, Nandele e Texito ingressam numa viagem sonora em busca de um conhecimento mais profundo da sua natureza e origens”, adianta o CCFM.

Às 19h45, será a vez de A Million Things, uma das várias encarnações musicais do compositor, instrumentista e produtor Tiago Correia-Paulo. Assim, o autor regressa ao mundo das apresentações electrónicas, com uma collage de sons e imagens, estilo mixtape ao vivo, durante uma hora de “Exorcismo”.

Segundo a nota de imprensa do CCFM, a ideia do “Exorcismo” surgiu há uns meses, da vontade de expressar algo ligado à frustração associada ao estado do mundo.

As sessões de música electrónica podem ser acompanhadas pelo Facebook e/ou pelo YouTube do Centro Cultura Franco-Moçambicano.

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