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França declara morte do líder do Estado Islâmico no Grande Saara

Foto: Notícias ao Minuto

O Presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou, hoje, que o líder do grupo terrorista do Estado Islâmico no Grande Saara (EIGS), Adnan Abu Walid Sahraoui, foi morto por forças militares francesas. Macron diz ainda que “se trata de um novo grande sucesso no combate que conduzimos contra os grupos terroristas no Sahel”.

Numa mensagem divulgada no Twitter, citada pelo Notícias ao Minuto, o líder francês acrescentou que o país “pensa esta noite em todos os seus heróis mortos pela França no Sahel nas operações Serval e Barkhane, nas famílias enlutadas, em todos os seus feridos. O seu sacrifício não é em vão”.

Segundo explicou a ministra francesa da Defesa, Florence Parly, o líder do Estado Islâmico no Grande Saara morreu após um ataque da força Barkhane.

De acordo com o Notícias ao Minuto, o Estado Islâmico no Grande Saara, criado em 2015 por Adnan Abu Walid Sahraoui, tinha sido designado como “inimigo prioritário” no Sahel, na cimeira de Pau, em Janeiro de 2020.

O Estado Islâmico no Grande Saara é, ainda, considerado como protagonista da maioria dos ataques na região das “três fronteiras”, uma vasta área que abrange o Mali, Níger e Burkina Faso, entre os países mais pobres do mundo.

Numa estatística apresentada pelo Notícias ao Minuto, pelo menos 5.100 militares franceses tinham sido destacados nesta vasta região desértica, na operação Barkhane, a partir de 2014, sucedendo à operação Serval, lançada em 2013 pelo então Presidente francês, François Hollande, para impedir que grupos jihadistas no norte do Mali assumissem o controlo do país. Meia centena de soldados franceses morreram nesta missão, que custa à França cerca de mil milhões de euros por ano.

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