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“Forças Armadas” não são para ganhar dinheiro

O chefe do Estado Maior General das Forças Armadas de Defesa de Moçambique adverte que as Forças Armadas é para resolverem os problemas de Defesa do país e não servirem de refúgio perante o cenário de desemprego.

Luís Chongo Jr. é cadete na Academia Militar Samora Machel e deixou a Cidade de Maputo, terra natal, para seguir o seu instinto. “É uma profissão, e o que mais me motiva na área militar é o instinto de defender a pátria”.

A defesa da pátria é a doutrina que mais se ensina na instrução militar, mas há muitos jovens que, ultimamente, ingressam nesta carreira com o objectivo central de conseguir emprego.

O chefe do Estado Maior General das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, almirante Joaquim Mangrasse, foi convidado a abrir o simpósio sobre a doutrina militar na Academia Militar Samora Machel em Nampula e fez um discurso para dentro e fora da Defesa. “Nós não estamos a disputar o lugar do Ministério do Trabalho. Forças Armadas são para resolver o problema da defesa do país. É bom que fique claro. Portanto, esses procedimentos são para nos ajudarem na transparência. Não vem para aqui para ganhar dinheiro. A nossa disponibilidade é de 24 horas. Moçambique é do Rovuma ao Maputo, lá no teatro é Moçambique, e não pode haver condições para eu estar lá. Que há um grupo que deve estar lá”.

Apesar da intervenção militar estrangeira em Cabo Delgado, o almirante Joaquim Mangrasse lembra que Moçambique não deve copiar a doutrina dos outros, cabendo apenas salvaguardar os aspectos comuns entre as diferentes forças militares que estão lado a lado no teatro operacional.

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