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FIPAG coloca barreiras de betão armado para a protecção de condutas adutoras de água de alta pressão

Foto: O País

O Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG), Região Metropolitana de Maputo, procedeu, ontem, no bairro Luís Cabral, na Cidade de Maputo, à colocação de barreiras de betão armado para a protecção de condutas adutoras de água de alta pressão, no troço entre a Portagem de Maputo e a Central Térmica, considerada área de reserva.

Trata-se de uma acção enquadrada no âmbito da manutenção das infra-estruturas de abastecimento de água que tem por objectivo a protecção das condutas adutoras DN 1000 e DN 1100, que transportam água da Estação de Tratamento de Água, (ETA), no Umbeluzi, para o Centro de Distribuidor (CD) de Chamanculo.

A propósito da empreitada, o presidente da Comissão de Gestão (PCG) do FIPAG, Região Metropolitana de Maputo, Castigo Cossa, explicou que o principal objectivo da colocação das barreiras de protecção é garantir a continuidade de abastecimento de água, através de intervenções periódicas na linha de transporte de Umbeluzi para toda a região metropolitana.

“Quando construímos esta infra-estrutura, tínhamos um horizonte de longevidade de mais de 50 anos. Pretendemos com esta medida também consciencializar a população sobre os riscos que corre ao construir habitações ao longo desta infra-estrutura. É preciso que as populações se distanciem 15 metros das condutas, por forma a criar condições para a realização de obras de manutenção ao longo da linha de transporte sempre que for necessário”, disse Cossa.

Nesta jornada, o FIPAG conta com a parceria do Conselho Municipal da Cidade de Maputo e de outros sectores, como a Electricidade de Moçambique (EDM) e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH).

Por sua vez, o secretário do bairro Luís Cabral, Viriato Munguambe, disse que as actividades levadas a cabo pelo FIPAG Região Metropolitana de Maputo trazem um ganho para a população local, na medida em que a colocação das barreiras vai minimizar os riscos de ocorrência de atropelamentos durante a travessia de peões.

“Na verdade, esta zona é protegida. Assistimos, em 2019, à morte de crianças, causada pela invasão dos espaços adjacentes às condutas de água, apesar de a população ter sido sensibilizada sobre o perigo que corre por morar naquela zona”, afirmou Munguambe.

Importa referir que as condutas adutoras com dimensões D1000 e D1100 transportam água da ETA para o CD de Chamanculo e ainda para CD do Alto-Maé, Laulane e Maxaquene que abastecem os bairros da cidade de Maputo.

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