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Filipe Nyusi impressionado com capacidade do porto de Mombasa

O Presidente da República escalou este sábado a segunda maior cidade do Quênia onde visitou o porto local que deverá ser usado para exportar açúcar, carvão mineral e outros produtos moçambicanos para o Quénia, Uganda e Ruanda.

Desde 2013 o governo queniano investiu quase 350 milhões de dólares americanos o que permite manusear quase um milhão de contentores por ano. Na sua visita Filipe Nyusi testemunhou o descarregamento de um cargueiro com mais de 800 contentores, trabalho que é feito em apenas dois dias. O Chefe de Estado ficou impressionado com o que viu.

“interessa-nos saber como os outros estão a desenvolver e sobretudo aprender”, disse acrescentando que Moçambique tem um interesse particular com o porto de Mombasa.

A visita serviu igualmente para troca de experiência, até porque o presidente queniano também visitou o porto de Maputo em Março passado.

Ainda em Mombasa, Filipe Nyusi reuniu-se com parte dos 5 mil moçambicanos que residem ao longo do litoral do Quénia.

Este é o primeiro encontro entre o Presidente da República e parte dos 1400 moçambicanos que beneficiaram da nacionalidade queniana, o que tornou os macondes reconhecidos como a 43ª tribo do Quénia. E porque o Chefe do Estado é da mesma tribo de grande parte dos presentes em algum momento o cimakonde ou swahili foram as línguas usadas no encontro a par do português. Dentre várias questões os presentes quiseram saber se podem ter dupla nacionalidade, o que foi respondido pelo ministro dos Negócios estrangeiros e cooperação.

Os moçambicanos queixaram-se do encerramento do consulado em Mombasa.

Por outro lado os que não têm nacionalidade queniana querem ter acesso aos documentos moçambicanos.

E por fim o Chefe de Estado anunciou a supressão de vistos entre os dois países.

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