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FIBA-África destaca papel da médica e basquetebolista Ingvild no combate à Covid-19

A FIBA-África destaca, na sua edição “online“ desta quinta-feira, a internacional basquetebolista e médica Ingvild Mucauro, na qual a MVP da Taça dos Campeões Africanos de 2019, no Cairo, Egipto, fala da sua rotina nesta época de luta contra o novo coronavírus.

Médica generalista, destacada no Hospital Geral José Macamo, Ingvild Mucauro aborda o papel que ela e as colegas tem desempenhado em tempos de crise sanitária, em que o nosso país diagnosticou 76 casos positivos da Covid-19 dos quais 66 activos e dez recuperados.

"Temos o nosso centro de laboratório, por isso enviamos as amostras e esperamos enquanto continuamos a cuidar dos pacientes", explicou Ingvild Mucauro, formada em medicina em 2017 pela Universidade Eduardo Mondlane (UEM), a maior e mais antiga universidade de Moçambique.

A atleta, de 28 anos, que trabalha na sala de emergência do Hospital Geral José Macamo, está a trabalhar longas horas dia e noite para estar em alerta para salvar vidas.

Em tempos de Estado de Emergência, com todas actividades desportivas suspensas, Ingvild Mucauro sente saudades da quadra.

“Como jogadora de basquetebol, é muito difícil porque sinto muita falta dos jogos. Sinto falta das minhas colegas de equipa. Sinto falta de competições, mas agora o mais importante é superar essa pandemia segura e saudável como médica. Farei a melhor coisa possível para ajudar todos os pacientes necessitados, assim como informar o maior número possível de pessoas para que se previnam desta doença ".

Mucauro, citada pelo sítio da FIBA-África, destacou a situação em Moçambique e disse: "É uma situação muito difícil, mas é preciso dizer que não temos registo de mortes. Não é fácil como país africano. Conhecemos nossas deficiências, mas fazemos o melhor possível. Podemos ajudar quem precisa. Estamos expostos e tentamos ser o mais seguro possível para proteger também nossas famílias ".

Seu compromisso como médica, como sempre esteve em quadra, é incomparável e faz-nos recordar alguém que sempre lhe dá o melhor de si. Isso, refere a FIBA-África, apenas expõe a sua personalidade, fazendo um equilíbrio entre a quadra e sua carreira profissional como médica.

 

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