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Fernando Parruque estreia-se com As cinco pragas do divórcio

O livro é composto por 25 contos, entre os quais “A virgem”, “A Mafalda vai ser purificada no kutxinga”, “O grito das vozes num quarto em silêncio”, “Melhor estar soleiro ou solteira, pior é divorciar”, “A guerra de relacionamentos entre casais” e “A promiscuidade”. Estas histórias surgem como experiência de observações e inspiração no quotidiano. De acordo com o autor, o objectivo, com as histórias, “é gerar uma reflexão sobre os valores que se estão a perder, de modo que se possam ser resgatados, para que a sociedade não se desvie da boa conduta”.

As histórias do livro As cinco pragas do divórcio, que será lançado sexta-feira, às 17 horas, na Universidade Joaquim Chissano, na cidade de Maputo, retratam temas como amor, o divino, a morte, os conflitos passionais, a moral e a ética.

O livro de Fernando Parruque foi escrito durante 12 anos e conta com o prefácio de Gabriel Honwana, professor secundário.

Segundo o autor, foi um grande desafio escrever um livro constituído por 288 páginas. Tantos anos de trabalho depois, Parruque, que também escreve poesia, decidiu começar com prosa porque, como entende, assim conseguirá melhor veicular as mensagens aos leitores.

O livro As cinco pragas do divórcio será apresentado por Emílio Cossa.

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