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Farmácias privadas registam escassez de máscaras

As farmácias tendem a registar cada vez mais escassez de desinfectantes e máscaras devido ao nível de procura. Por outro lado, reforçaram medidas de prevenção.

Se antes da propagação do coronavírus os desinfectantes e máscaras eram itens pouco procurados, actualmente o cenário mudou. Em cada cinco pessoas que entram numa farmácia três procuram por estes produtos para prevenção do coronavírus, na cidade de Maputo e da Matola.

Entretanto o nível de procura suscita especulação de preços por parte de algumas farmácias, algo que as associações das farmácias e dos farmacêuticos criticam.

Se, por um lado, nas farmácias há escassez de desinfectantes para vender, por outro lado reforçaram medidas para proteger os utentes.

Fora das farmácias o assunto de prevenção do coronavírus, por exemplo, na Matola é levado muito a sério de tal forma que nas ruas como em frente a Residencial oficial do Governador de Maputo há depósitos de água e sábado para quaisquer cidadãos desinfectar as mãos.

 

 

 

 

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