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Falta de fundos atrasa actividades dos 200 anos da Ilha de Moçambique

A Ilha de Moçambique assinala, no dia 17 de Setembro, 200 anos da sua existência. Os naturais veem e sentem algumas melhorias, não obstante o facto de persistirem desafios no que concerne à conservação do património e a arquitectura típica daquele local.

O presidente do conselho municipal , Saíde Gimba,reconhece que as actividades agendadas estão atrasadas devido a falta de fundos. Contudo, Gimba considera que este facto não vai comprometer a festa dos duzentos anos.

A primeira capital moçambicana teve várias distinções, destacando-se a elevação à categoria de património mundial da humanidade pela Unesco e a medalha Bagamoyo, em reconhecimento da dimensão histórica e do património cultural de que se reveste e representa para os moçambicanos e para a humanidade.

 

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