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“Estímulo do Estado às empresas não pode ser apenas de carácter administrativo, mas também financeiro”, ACIS

A Associação de Indústria, Comércio e Serviços defende que estímulo do Estado às empresas não pode ser, apenas, de carácter administrativo, mas também financeiro. Num inquérito sobre impactos da COVID-19, a ACIS constatou que o sector empresarial perdeu muita mão-de-obra e receitas devido ao novo coronavírus.

Por três meses consecutivos, a economia moçambicana ficou sufocada pela pandemia do novo coronavírus. As empresas são as que mais se ressentem dos impactos negativos da COVID-19.

Na prorrogação pela terceira vez consecutiva do Estado de Emergência, o Presidente da República suspendeu algumas restrições para evitar que a economia entre em colapso. Entretanto, para a Associação da Indústria, Comércio e Serviços, ACIS, mais do que medidas de relaxamento é preciso que haja um estímulo às empresas, explicou Luís Magaço Jr., Presidente do Conselho de Gerência/ACIS.

No inquérito sobre os impactos da COVID-19 nas empresas, realizado entre Maio e Junho, a ACIS constatou que grande parte delas está a perder a sua massa laboral bem como os lucros devido ao novo coronavírus.

Para o Ministério da Indústria e Comércio, os impactos negativos da COVID-19 não são apenas de origem interna, mas também externas, tendo em conta que os países com relações comerciais com Moçambique também estão severamente afectados.

Ainda assim, os intervenientes são unânimes em afirmar que a pandemia é uma oportunidade de as empresas apostarem mais nas tecnologias de informação e comunicação.

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