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Eleições na CTA: Vuma promete pelouro para lidar com rapto de empresários

Criação de um pelouro de segurança para lidar com os raptos de empresários, aumento da competitividade das empresas nacionais, através da certificação, e melhoria de infra-estruturas, são algumas apostas de Agostinho Vuma, caso seja reeleito presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA).

 Agostinho Vuma é um dos candidatos à presidência daquele órgão pela lista “A”.

A eleição do presidente da CTA acontece numa altura em que os raptos de empresários no país estão na ordem do dia.

“Temos vindo a propor a criação de um pelouro que vai olhar para matérias de segurança e património do empresário, capitalizando as empresas de segurança privada”, disse Vuma.

Para aprimorar a sua estratégia eleitoral, esta sexta-feira, o candidato apresentou as suas ideias às associações baseadas na capital do país e delas colheu subsídios. Destes, colocou-se a questão relacionada com as missões empresariais.

“Eu penso que as missões empresariais deviam continuar, mas na perspectiva de, também, serem mais abrangentes, incluindo para as outras províncias”, sugeriu Jaime Cruz, presidente da Federação Moçambicana de Empreiteiros na província de Maputo.

As associações, cujo poder de decisão sobre quem deve ser o próximo presidente da CTA está nas suas mãos, entendem igualmente que deve haver mais valorização do conteúdo local e tal só poderá acontecer com a certificação de empresas.

Faruk Osman, presidente da Associação Comercial da Matola, defendeu que deve haver “uma lei de conteúdo que consiga incorporar, de facto, algumas garantias de fazer com que as nossas empresas participem nos grandes negócios de fornecimento de bens e serviços”.

Num outro desenvolvimento, Vasco Manhiça, da Federação Moçambicana de Hotelaria e Turismo, disse que a sua agremiação “abraça o projecto” de Agostinho Vuma “de mãos dadas com as outras federações e câmaras do comércio”, pois defende a ideia de que “só podemos caminhar juntos” para haver resultados no que se pretende.

Inocêncio Paulino, presidente Associação da PME’s, considerou que Vuma “não é candidato, é presidente”. No dia 17 de Dezembro, “precisamos apenas formalizar para que continue” no cargo que ocupa.

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