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EDM facturou cerca de 500 milhões de USD ano passado

A empresa Electricidade de Moçambique (EDM) celebrou, esta noite, 40 anos da sua criação. A cerimónia foi dirigida pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, e consistiu num jantar de gala que contou com a presença de quadros da empresa, membros do governo e diversos convidados com destaque para os antigos Presidentes do Conselho de Administração da Empresa. Aliás todos os seis dirigentes da empresa, ao longo dos 40 anos, tiveram oportunidade de ajudar a contar a história da empresa juntamente com o actual PCA, Mateus Magala, através de um vídeo.

Magala disse no seu discurso que a empresa conseguiu ao longo dos 40 anos da sua existência fazer crescer o número de clientes de 40 mil em 1977 para mais de Um milhão e meio até ao presente ano, o que representa cerca de 27% da população moçambicana que agora está ligada à Rede Nacional de Energia Eléctrica gerida pela EDM. Falou ainda da reestruturação em curso na empresa que permitiu que a mesma passasse a indicar os seus dirigentes através de concursos públicos, uma medida que abrange os membros do Conselho de Administração, Directores e Chefes de Sectores.

O PCA da EDM destacou que estas e outras medidas permitiram à EDM aumentar a sua facturação de 150 milhões de dólares em 2014 para cerca de 500 milhões no ano passado. E pela primeira vez desde a sua criação a empresa publicou o seu Relatório e Contas dentro dos prazos estabelecidos pela lei. A empresa centralizou o processo de procurment que antes era feito em cada uma das províncias do país, o atendimento dos clientes, entre outras medidas de gestão que estão a melhorar a eficiência e a eficácia da sua actuação. Magala diz que a EDM tem de ser nos próximos anos uma referência em termos de integridade e qualidade de gestão ao nível nacional e internacional.

O Presidente da República deixou um apoio inequívoco à reestruturação em curso e diz que o governo acompanha de perto as mesmas e constituem o que realmente o seu governo quer que seja o sector público e as empresas públicas no seu todo. Exigiu que a empresa continue a liderar o processo de geração e transmissão da energia eléctrica no país e na região e promova a industrialização da economia nacional assumindo a liderança da estratégia nacional de geração de energia eléctrica para o consumo interno assim como dos países da região Austral de África.

 

 

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