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Donaldo Machava vence corrida São Silvestre

Donaldo Machava e Zeferina Marinho foram os vencedores da 16ª edição da corrida São Silvestre de Maputo,  em Masculinos e Femininos respectivamente. Mais de uma centena de atletas participaram na prova.

Foi numa manhã cinzenta, com chuviscos à mistura, que pouco mais de 100 atletas, entre nacionais e estrangeiros, percorreram as artérias da cidade de Maputo, para a tradicional corrida de São Silvestre.

No início, o pelotão da frente era constituído por um grupo de seis atletas, quatro deles moçambicanos, que procuravam devolver as vitórias ao país. Mais para trás, um outro grupo ainda mais composto, com destaque para a camada feminina, também liderada por uma moçambicana, seguida por uma atleta da Suazilândia.

O percurso de 10 quilómetros foi feito sob pressão para os que lideravam a prova, uma vez que a distância não permitia muitas manobras de descanso para atacar a meta.

Donaldo Machava e Tonderai Afonso imprimiam uma rivalidade de difícil prognóstico em relação ao provável vencedor.

Teve que se esperar mesmo pela chegada para ver quem terminava em primeiro lugar. Os nove segundos que separaram o primeiro do segundo mostra a rivalidade existente, ganha por Donaldo Machava, com tempo de 35 minutos e 29 segundos.

44 minutos depois da partida, Zeferina Marinho cortava a meta, depois de uma prova que não teve muita concorrência, uma vez que a mais directa perseguidora, Winile Muisi, da Suazilândia, chegou com 44 minutos de atraso.

Os vencedores receberam como prémio de oito mil meticais.

A Federação Moçambicana de Atletismo (FMA) faz um balanço positivo da corrida São Silvestre 2017. Entretanto, alguns dirigentes defendem que é preciso trabalhar mais para resgatar o prestígio da prova.

A vice ministra da Juventude e Desporto, Ana Flávia Azinheira e o presidente do Conselho Municipal de Maputo, David Simango, consideram que é preciso dar outra visibilidade à prova, para que as edições seguintes sejam mais competitivas.

Já o treinador dos vencedores da prova, em masculinos, considera que é preciso trabalhar ainda mais para que os atletas consigam chegar aos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020.

 

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