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Domingos e Simango defendem união dos membros do MDM na Beira

Foto: O País

Os dois possíveis candidatos ao cargo de presidente do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), nomeadamente José Domingos, actual SG do partido e Lutero Simango, chefe da bancada deste partido na Assembleia da República, afirmaram na passada sexta-feira, na cidade da Beira, que a morte de Daviz Simango e a sua substituição na liderança do partido não pode servir de pretexto para ambientes de crispação no meio do partido.

Os dois comentavam o facto de na cidade da Beira os membros do MDM estarem divididos no apoio a candidaturas, algo para eles é normal, contudo quando estes apoios de candidaturas contam com intervenção da Polícia da República de Moçambique, para amainar ânimos de parte a parte, passou a ser preocupação para os dois, e quando questionados sobre o comportamento dos dois grupos, os eventuais candidatos defenderam a união do partido.

“É importante que todos os membros do MDM, desde a base até ao topo, tenham muita calma, muita paciência para sermos o exemplo da democracia interna. A questão de candidaturas rumo à presidência do MDM, a fim de substituir o engenheiro Daviz Simango, não pode ser polémica, não pode ser uma guerra. Somos todos membros do Movimento Democrático de Moçambique. A diferença de ideia no partido não pode criar crispação. Exorto aos membros do MDM para continuarem a pautar por uma disciplina sã para que a eleição do novo presidente seja uma festa”, apelou José Domingos.

Para Lutero Simango as disputas internas representam o crescimento do partido. “O mais importante é trabalharmos para um foco comum, e o foco comum é garantir o crescimento do MDM e este crescimento passa obviamente pela união, coesão interna, estabilidade e entendimento. Aliás, eu acredito que esta é a forma de ser e estar de todo o membro do MDM”.

Tanto José Domingos assim como Lutero Simango, que falavam à imprensa na Beira, a margem da celebração do dia da cidade, que foi no dia 20 de Agosto, afirmaram que ainda não decidiram se avançam ou não como candidatos e que tudo continua dependendo do apoio que está sendo garantido pelas bases do partido. Refira-se que o congresso está agendado para a primeira semana de Dezembro deste ano na Beira e a entrega de candidaturas termina no próximo dia 30 de Setembro.

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