O País – A verdade como notícia

Divirtam-se, manos

A selecção nacional de futebol defronta, este sábado, às 17h00, no Estádio Nacional do Zimpeto, a Guiné-Bissau, em jogo da segunda jornada do grupo “K” de apuramento ao CAN-2019, prova a ter lugar nos Camarões.

Mobilização feita. Nação alinhada. Unida por uma causa. É hora de mostrarem competência no campo. Porquanto, no sábado, há que arrepiar caminho e colocar a Guiné-Bissau em sentido.

Há que dar vitalidade a euforia dos adeptos. Há que provar que a histórica vitória frente à Zâmbia, em Lusaka, não foi fogo-fátuo. É com este espírito que os eleitos por Abel Xavier devem subir ao relvado do Estádio Nacional do Zimpeto.

Uma equipa coesa defensivamente. Sem tremedeiras que nos deixem com o credo na boca. De resto, neste sector, na zona central, Mexer, Zainadine Júnior, Jeitoso, regressado Chico têm andamento e qualidades suficientes para nos darem tranquilidade. 

Há ainda Edmilson, na esquerda, e Clésio Baúque, na direita, que têm a missão não só de defender mas também apresentarem-se com propensão ofensiva.

Um meio campo musculado, móvel e com capacidade para estancar o jogo ofensivo dos Djurtus. Kambala, União Desportiva do Songo, Loló, Ferroviário de Maputo, Geraldo, Gildo, Witiness, Ifren e Reinildo são algumas das opções do seleccionador nacional.

São jogadores que recomenda-se: tenham a capacidade de funcionar como a primeira cortina defensiva e, ofensivamente, construam jogadas que partam o último sector dos guineenses.

Um ataque letal. É também o que precisamos. Dominguez, o puto maravilha, Ratifo, Reginaldo, Kamo-Kamo, Telinho, Dayo ou Maninho, qualquer um que for aposta de Abel Xavier, deve ter consciência de que o seu papel é marcar golos. Ter um instinto matador.

Os Mambas terão, naturalmente, que jogar com muita paciência. Há, certamente, momentos do jogo em que as coisas podem não sair a contento. Não se pode entrar em crise de ansiedade.

Devemos, isso sim, manter a calma. Assumirmos as rédeas do jogo porque, em casa, mandamos nós. Mas atenção que a Guiné-Bissau tem qualidade. Tem jogadores que evoluem, na sua maioria, na Europa. Bem-aventurados, por isso, mas com cautelas. Não esteve no CAN-2017, no Gabão, por acaso.

Arbitragem das maurícias

O jogo entre Moçambique e Guiné-Bissau será dirigido por um trio de arbitragem das Ilhas Maurícias. Trata-se de Ahmad Imtehaz Heeralall, árbitro principal, que será auxiliado por Sailesh Gobin – 1º assistente – e Ram Babajee, segundo assistente.

 

Partilhe

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on telegram
Share on whatsapp
Share on email

RELACIONADAS

+ LIDAS

Siga nos