O País – A verdade como notícia

O antigo internacional moçambicano, Chiquinho Conde, só será apresentado esta terça-feira como novo seleccionador nacional, depois do adiamento da cerimónia, que inicialmente estava prevista para esta segunda-feira. Alguns acertos no contrato do técnico só foram terminados esta segunda-feira, o que ditou o adiamento da data do anúncio de Chiquinho Conde como novo timoneiro dos Mambas.

Em cima da mesa está um contrato por objectivos, nomeadamente a qualificação dos Mambas ao Campeonato Africano das Nações, de 2023, que terá lugar na Costa do Marfim.

Mas antes, dois jogos para terminar a fase de qualificação ao Mundial do Qatar, prova para a qual os Mambas já não têm possibilidades de chegar ao play-off de Março próximo, uma vez que segue na última posição, com apenas um ponto, num grupo liderado pela Costa do Marfim, com 10 pontos, seguido dos Camarões, com nove.

A meta, nesta fase de qualificação, é evitar a cauda, devendo para tal vencer os dois jogos que restam, diante da Costa do Marfim e Malawi, para suplantar os malawianos na tabela classificativa, que somam três prontos, frutos da vitória sobre os Mambas.

Assim, o contrato por objectivos deverá ser, numa primeira fase, até 2023, podendo ser estendido em função do alcance das metas.

Recorde-se que Chiquinho Conde substitui no cargo de seleccionador nacional o português Horácio Gonçalves, que tinha como objectivo principal, numa primeira fase, a renovação da selecção nacional, para depois partir para a odisseia da qualificação ao CAN-2023.

Chiquinho Conde é o único jogador que disputou três das quatro fases finais do CAN que o país já disputou, nomeadamente no Egipto, em 1986, África do Sul, em 1996, e Burquina Faso, em 1998.

Francisco Queirol Conde nasceu na cidade da Beira a 22 de Novembro de 1965, e disputou, ao longo da sua carreira 580 jogos e marcou 125 golos. Desses jogos, 98 foram ao serviço da selecção nacional de futebol.

Como jogador iniciou a carreira no Maxaquene, antes de partir para Portugal, onde representou Belenenses, Braga, Setúbal, Sporting, Alverca, Portimonense, Imortal e Montijo, para além do NE Revolution e Tampa Bay, estas duas dos Estados Unidos da América.

Como treinador, Chiquinho Conde comandou clubes nacionais e internacionais, com destaque para Maxaquene, Desportivo, Ferroviário, todos de Maputo, Vilankulo FC e União Desportiva de Songo, seu último clube na pátria amada, antes de partir para orientar a equipa sub-23 do Vitória de Setúbal, entre 2018 e 2020.

Está sem clube desde Junho do ano passado, altura em que terminou contrato com os sadinos.

Ferroviário da Beira qualificou-se para a segunda etapa de acesso à Liga Africana de Basquetebol (BAL) ao ocupar a segunda posição na fase de apuramento da zona VI realizada entre os dias 21 e 23, em Joanesburgo, África do Sul.

Missão cumprida! Duas vitórias e uma derrota foram o saldo dos “locomotivas” do Chiveve na prova qualificativa disputada no City Arena Inzibio Hall, no Soweto, em Joanesburgo, África do Sul. O Ferroviário da Beira vai, agora, disputar a derradeira fase de qualificação a Baskettball Africa League (BAL) entre os dias 16 e 21 de Novembro, inserido no grupo G do qual os três primeiros classificados, de um total de oito, asseguram a presença na fase final a decorrer em Kigali, no Ruanda.

 

ESTREIA AUSPICIOSA

A estreia não podia ter sido melhor no grupo F da divisão Leste das eliminatórias da zona VI de acesso à Liga Africana de Basquetebol. Tudo perfeito, tudo conforme o previsto.

Agressivo, determinado e com os processos consolidados, o conjunto de Luiz Hernandez venceu, quinta-feira, 21 de Outubro, o Matero Magics da Zâmbia (81-51) num duelo em que controlou os três primeiros quartos com parciais de 26-10, 21-17 e 21-7. O último quarto foi controlado pelos zambianos que venceram pelo parcial de 17-13. Aí, diga-se, a vitória já não escapava e era importante gerir a equipa para o segundo embate.

O representante moçambicano nas eliminatórias de acesso à embrionária BAL apresentou, no final do jogo, uma média de 78. 57% na linha de lances livres (registo de 11 em 14), melhor que os zambianos que saíram com 50%  (5 em 10 lançamentos).

Nos lançamentos de campo, a equipa moçambicana concretizou 30 em 75 tentados (40% de aproveitamento), sendo que o seu adversário se apresentou com fraca percentagem de 27, 54% (19 em 69).

Os “targets” apontam ainda para 33% nos tiros exteriores (10 em 30) dos “locomotivas” do Chiveve contra 26, 67% (8 em 30) do Matero Magic.

Dominador nas tabelas, os campeões nacionais de 2012 e 2014 colectaram 56 ressaltos dos quais 40 defensivos e 16 ofensivos. O Matero Magic, esse, perdeu a luta das tabelas com 40 ressaltos, sendo 28 defensivos e 12 ofensivos.

A “boxe score” indica que o Ferroviário da Beira contabilizou ainda 27 assistências, 16 “turnovers” e 11 roubos de bola.

Mas há mais por analisar: Ferroviário da Beira contabilizou 31 pontos em situações de perdas de bola, enquanto o seu adversário marcou 11. Nas segundas bolas, o CFB concretizou 15 pontos contra seis do Matero Magic. 31 Pontos dos jogadores saídos do banco e 22 na área restrita são outros dados do Ferroviário da Beira neste duelo de estreia nas eliminatórias da zona VI de acesso à Liga Africana de Basquetebol (BAL).

 

IMPERIAIS NO SEGUNDO JOGO

Muitas facilidades para o Ferroviário da Beira no segundo jogo, em que encontrou um adversário com muitos furos abaixo do seu nível.

O extremo Ismael  “Timo” Nurmamade conduziu  o CFB à vitória por 96 pontos (132-36) sobre Roche-Bois Warriors das Maurícias.

O “machuabo” contabilizou 26 pontos e três assistências em 15:13 minutos na quadra, tendo sido secundado por Elton Ubisse com 17 pontos e cinco ressaltos e o canadense Jermel Michele Kennedy com 16 pontos e seis ressaltos.

Destaque, ainda, ao nível dos pontuadores, para Ayad Munguambe (14) e os gémeos Orlando Novela (11) e Ermelindo Novela (10).

Nesta partida, o Ferroviário da Beira dominou todos os “targets” com 49 em 95 nos lançamentos de (51.6%), contra 16/62 (25.8%) de Roche-Bois Warriors.

O terceiro classificado da última edição da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal, disputada em 2019, concretizou 39 em 71 tiros exteriores (54.9%), enquanto o seu adversário apresentou uma média fraca de 13.8% (4 tiros concretizados em 29 tentados).

Nos lançamentos livres, 24/38 perfazem uma média 63.2% para os moçambicanos, sendo que Roche Bois não concretizou nenhum 0/4 (0%).

Com 68 ressaltos, dois quais 42 defensivos e 26 ofensivos, o Ferroviário da Beira dominou nas tabelas numa partida em que o seu oponente capturou 32 “rebounds: 27 ofensivos e cinco defensivos.

Os campeões nacionais de 2012 e 2014 concretizaram 59 pontos em situações de perdas de bola, contra 13 de Roche Bois. Há ainda 24 pontos nas segundas bolas para a equipa moçambicana que viu o último classificado desta fase de grupos marcar apenas cinco pontos neste capítulo. Os atletas vindos do banco produziram 60 pontos, no Ferroviário da Beira. Os parciais foram de 34-12, 35-7, 29-9 e 34-8.

 

FECHAR COM DERROTA

No derradeiro jogo da fase de qualificação da zona VI à BAL, sábado, 23 de Outubro, o Ferroviário da Beira perdeu diante de UNZA Pacers da África do Sul, por 86-85. Jogo equilibradíssimo, tal como era de esperar entre as duas melhores formações do grupo F da divisão Leste.

Esteve melhor o conjunto moçambicano no primeiro quarto, etapa na qual venceu pelo parcial de 20-11. No segundo quarto, os campeões sul-africanos, baseados em Cape Town, lideraram com um parcial de 29-25. No final do terceiro quarto, equilibradíssimo, o marcador indicava um parcial de 25-24, a melhor para o Ferroviário da Beira. Num jogo intenso, o UNZA Pacers controlou o derradeiro quarto com parcial de 22-15.

Jermel Michele Kennedy foi a melhor unidade do CFB, contabilizando 22 pontos e sete ressaltos (cinco defensivos e dois ofensivos) em 35:18 minutos na quadra. O canadense foi secundado por  William Kiah Perry, base americano, com 18 pontos, cinco ressaltos e igual número de assistências em 35:21 minutos na quadra.

Os “locomotivas” do Chiveve tiveram um média de 42.5% nos lançamentos de campo (31 em 73), 35.7% nos tiros exteriores (10 em 28), 61.9%  na linha de lances livres (13 em 21), 39 ressaltos dos quais 25 defensivos e 14 ofensivos.  Já o campeão sul-africano registou 32 em 72 nos lançamentos de campo (44.4%), 8 em 21 na zona dos 6, 75 metros (38.1%), 14 em 18 na linha de lances livres (77.8%), 44 ressaltos dois quais 29 defensivos e 15 ofensivos.

 

Resultados:

21 de Outubro de 2021

1ª jornada

Ferroviário da Beira 81-51 Matero Magic (Zâmbia)

Roche-Bois (Maurícias)  36-132 Ferroviário da Beira

UNZA Pacers (RAS)  86-85 Ferroviário da Beira

O Desportivo Maputo é a segunda equipa a garantir presença na liguilha de apuramento ao Moçambola 2022, que terá lugar brevemente em Vilankulo, após sofrer mais uma derrota no campeonato nacional de futebol, diante do Incomáti de Xinavane, por uma bola sem resposta.

Os “alvi-negros” já não conseguem chegar a pontuação que garanta a manutenção directa na prova, na edição do próximo ano, uma vez que, com a derrota, continua a somar 16 pontos, há 10 dos “açucareiros”, últimos da manutenção, quando faltam ainda por disputar duas jornadas.

Ou seja, mesmo que o Desportivo Maputo vença os dois jogos que faltam, diante do Ferroviário de Nampula e Associação Desportiva de Vilankulo, não consegue somar 10 pontos para garantir a manutenção directa.

Assim, os “alvi-negros” tornam-se na segunda equipa a confirmar presença na liguilha, depois do Textáfrica do Chimoio, que neste sábado empatou sem abertura de contagem diante do Costa do Sol, e mantém-se na cauda, agora com 14 pontos.

Desportivo Maputo e Textáfrica do Chimoio ficam a espera da terceira equipa que vai disputar a única vaga do Moçambola 2022, para totalizar 12 equipas, uma redução em duas, comparativamente a esta temporada.

Matchedje de Mocuba e Incomáti de Xinavane são os candidatos a essa vaga na liguilha, pese embora os “militares” de Mocuba estejam mais próximos de disputar essa etapa, uma vez que estão a seis pontos dos “açucareiros” na tabela classificativa.

Facto é que o Incomáti só não garante agora a manutenção directa devido ao confronto directo com o Matchedje de Mocuba, já que no canavial houve empate a um golo e em Quelimane os “militares” venceram por 3-0. Vale isto dizer que em caso de derrotas do Incomáti nas duas últimas jornadas, diante do Ferroviário de Nacala (fora) e Black Bulls (em casa), e vitórias do Matchedje de Mocuba frente ao Ferroviário de Maputo (fora) e União Desportiva de Songo (em casa), terminando a prova em igualdade pontual, a turma da Zambézia garante a manutenção e a turma de Xinavane segue para liguilha.

Facto mesmo é que o Matchedje de Mocuba tem jogos mais difíceis em relação ao Incomáti de Xinavane, que só precisa de um empate para garantir a manutenção.

A última equipa que vai disputar a liguilha com o Textáfrica do Chimoio e o Desportivo Maputo será conhecida nas próximas duas jornadas.

O técnico moçambicano Francisco Conde, mais conhecido por Chiquinho Conde, antigo capitão dos Mambas, aterrou nas primeiras horas deste sábado na capital do país (Maputo) para fechar contrato com a Federação Moçambicana de Futebol (FMF) para assumir o comando técnico dos Mambas.

Chiquinho Conde, que já orientou os Mambas em 2010, durante uma partida amigável entre Moçambique e Portugal, de preparação da equipa das quinas para o Mundial da África do Sul, no mesmo ano, diz que é um enorme orgulho poder comandar a selecção do seu país.

“É um orgulho e satisfação enorme voltar ao meu país, volvidos três anos, e sinto-me privilegiado por ter sido convidado pela Federação Moçambicana de Futebol para estabelecermos o contacto para formalizar o contrato e espero que cheguemos a um acordo, porque para mim é uma enorme missão patriótica que me ocorre para desempenhar esta função”, disse Chiquinho Conde que, ainda este sábado, vai manter um encontro com a direcção da FMF para os termos de referência do contrato de trabalho.

Ademais, o novo seleccionador nacional não nega que este é o realizar de um sonho, uma oportunidade que não vai deixar escapar. “Sinto-me lisonjeado porque é a realização de um sonho. É motivo de orgulho e satisfação e como sempre disse estarei sempre disponível para abraçar um projecto da selecção”, disse para depois acrescentar que vai dar toda energia pelo sucesso dos Mambas, afinal “é um projecto grandioso e estarei 200% para ajudar para que a selecção tenha êxitos”.

Ainda assim, reconhece que não será tarefa fácil, até mesmo porque “muitas vezes o sucesso não é somente ganhar títulos, mas passa por fazer coisas marcantes e deixar legados no futebol moçambicano, que está avesso de vitórias, porque no passado nunca ganhamos nada e se conseguirmos a qualificação será motivo de enorme satisfação”.

Chiquinho Conde, que iniciou a carreira de jogador no Maxaquene e depois partiu para o profissionalismo em Portugal, onde jogou, dentre vários clubes, no Vitória de Setúbal, Sporting Clube de Portugal, nos EUA e outros clubes, onde conquistou diversos títulos individuais, reconhece que há uma diferença entre alcançar sucesso como jogador e como treinador. “Ser jogador depende das nossas perninhas e como treinador dependemos das bolas que entram ou saem e da performance dos jogadores”, disse o técnico que já orientou o Ferroviário de Maputo, a então Liga Muçulmana de Maputo e União Desportiva de Songo, onde conquistou títulos nacionais.

Mas para a selecção nacional já sabe o que vai encontrar. “No contexto nacional, estamos a falar de belíssimos jogadores e, neste momento, temos bons jogadores a jogarem fora do país e este fosso em relação a outros países forçosamente terá que ser diminuta pela qualidade que nós temos”, disse convicto Conde, que se mostra pronto a vencer pelos Mambas.

Mas sabe que não será fácil ter o sucesso que deseja, afinal “muitas vezes as coisas não correm como queremos e por isso os jogadores terão que perceber que se as coisas funcionarem como eu entendo e a minha equipa técnica estabelecermos, podemos devolver aquilo que é a paixão, crença, esperança e a alegria do povo moçambicano”.

“Esta é a onda vermelha, a onda dos Mambas e temos que transmitir essa confiança e essa esperança e fazermos tudo em campo quando estivermos a vestir a camisola e sentirmos que a pátria é uma missão. E se for necessário temos que deixar a pele em campo, comer a relva e sermos camicases como se disputássemos a um último lance para, de facto, transmitimos a alegria a esse povo e se isso acontecer estaremos mais próximos de ganharmos do que de perdermos”, disse o novo seleccionador nacional que vai ser apresentado nos próximos dias.

Chiquinho Conde chega à selecção nacional para substituir o português Horácio Gonçalves, despedido semana passada devido a maus resultados e mau ambiente no balneário, numa altura em que disputava a fase de qualificação ao Mundial do Qatar, em 2022.

A primeira grande missão de Chiquinho Conde será o duplo embate dos Mambas diante da Costa do Marfim e Malawi, para as duas últimas jornadas do grupo D de qualificação ao Mundial 2022, onde os Mambas ocupam a última posição com apenas um ponto em quatro jornadas disputadas.

O primeiro grande objectivo será tirar os Mambas dessa posição, para depois entrar de frente na fase de qualificação ao CAN-2023, que terá lugar na Costa do Marfim.

O Ferroviário da Beira garantiu, hoje, o apuramento à segunda fase do Torneio de Apuramento à Liga Africana de Basquetebol, prova que decorre em

Cape Town, África do Sul, após vencer o Roche Bois Warriors, das Maurícias, por descomunais 132-36.

É a segunda vítima em menos de 24 horas. Jeitosos e obstinados, os ˝locomotivas˝ continuam imparáveis. Não há nenhuma força que os pare. Pior Roche Bois Warriors, que não sendo necessariamente doutro planeta, não teve arcaboiço para fazer o que a natureza não consegue. Ainda na alvorada do jogo, o Ferroviário da Beira deixou claro que da bola ao cesto entende melhor, aliás não é ao acaso que está nesta competição.

De resto, enquanto o conjunto de Luís Hernandez passeava a classe, Roche Bois Warriors, por sinal descaracterizado, tentava, de forma atabalhoada, justificar a sua presença na quadra, sem, no entanto, abanar o seu adversário. O marcador electrónico era simplesmente simpático com os ˝locomotivas˝ de Chiveve. Em contrapartida desastroso para o conjunto das Maurícias. Bem organizado e ofensivamente, o Ferroviário da Beira não deixava o seu adversário explanar o seu jogo.

William Peri, Elton Ubisse e Ismael Noormamad eram os maestros da banda, que bem sincronizada, criava dissabores a cada ataque que efectuasse à tabela adversária. Enfim, uma equipa tão demolidora e impiedosa. Nem das Gargantas do Rio Negro, Roche Bois Warriors conseguia buscar a força para parar o ímpeto atacante dos “locomotivas”. 132-36, um resultado, que, de resto, não sofre nenhuma objecção.

O Ferroviário da Beira já tem, por isso, o passaporte carimbado para a segunda fase, independentemente do que venha acontecer nos próximos dois jogos, diante das formações de Cape Town Tigers, da África do Sul e Mercenaires do Zimbabwe. No jogo da primeira jornada, o Ferroviário da Beira venceu o Matero Magic da Zâmbia, por esclarecedores 81-51.

Quando, em 2019, a Associação Black Bulls bateu as Águias Especiais (3-1) em duelo da 21.ª e penúltima jornada do Campeonato da Divisão de Honra-Zona Sul e garantiu, desde logo, à ascensão ao Moçambola, era pouco crível que em tão curto espaço de tempo pudesse deixar os históricos do futebol moçambicano com o credo na boca. Ou seja, na sua estreia no Moçambola, fez uma campanha irrepreensível e, há três jornadas do fim da prova, precisa de apenas dois pontos para conquistar o inédito título de campeão cá da aldeia.

Quando, em 2016, se instalou lá para as Matolas onde abraçou o projecto ambiciosíssimo de Juneid Lalgy, qual Ulrich “Uli” Hoeneß, homem que agigantou o Bayern Munique, o técnico português Hélder Duarte sequer imaginava que podia, a uma velocidade de cruzeiro, colocar-se no topo do futebol moçambicano. Tudo vale a pena quando a alma não é pequena. Escreveu, e bem, Fernando Pessoa. E a juventude da Associação Black Bulls, com alma e áurea vencedora, pode já no domingo fazer história para depois contar histórias.

Num duelo entre as equipas sensação da prova, domingo, a Associação Black Bulls vai a Lichinga, terreno tradicionalmente difícil, jogar com o Ferroviário local que está a maravilhar na sua estreia no Campeonato nacional.

Dois ex-internacionais moçambicanos, Antoninho Muchanga e Arnaldo Ouana, estruturaram uma equipa sem grande peso orçamental, mas talhada para bons resultados. Combativa. E o resultado é que, em 23 jornadas disputadas, é quarta classificada com 38 pontos à frente dos tradicionais candidatos ao título. Pois bem: é diante deste adversário que a Associação Black Bulls vai procurar impor o seu futebol e jogar todas as suas cartas para já este fim-de-semana açambarcar o troféu mais ambicionado em MOZ. Mas atenção que os donos da casa não pretendem, e nem tão pouco, estender o tapete vermelho para os touros desfilarem no Estádio Municipal 1° de Maio, qual “Plaza de Toros de la Maestranza de Cabellería de Sevilla”.

À espreita de um deslize da Associação Black Bulls, o Ferroviário da Beira, que só se pode queixar de si mesmo até pelo empate com o Desportivo de Maputo (0-0), faz “sala” domingo no Caldeirão do Chiveve ao seu homónimo de Nacala. Os Tranquilos, os de Nacala, depois de terem assegurado a manutenção, jogam para amealhar pontos e melhorar a sua classificação. Mais pressionado, porquanto ainda acredita chegar ao título cinco anos depois, o conjunto de Akil Marcelino tem que fazer por merecer. Não se pode apresentar apático tal como no duelo com o Desportivo Maputo, sábado, no Estádio da Machava.

No outro extremo do país, Nampula, onde se fez das “tripas o coração” para se evitar a queda, o Ferroviário de Nelson Santos bate-se com a União Desportiva do Songo, ainda com os olhos no segundo lugar. Posição, de resto, que ocupou no último Campeonato nacional (2019), prova na qual conquistou 60 pontos (menos seis que o campeão Costa do Sol). Nelson Santos chegou e resolveu as contas da manutenção, mas uma vitória não faria mal a um conjunto com uma campanha sofrida no Moçambola-2021.

Em época de estreia, o Matchedje de Mocuba não conseguiu, em momento algum, estabilidade em termos desportivos. E os números por si apresentados (17 pontos, resultantes de apenas quatro vitórias, 14 derrotas e cinco empates, que colocam a equipa na 12ª posição) não escondem uma campanha desastrosa.  Ainda assim, o Matchedje de Mocuba não deixa de acreditar que, no último suspiro, com a conjugação dos resultados do Incomáti de Xinavane, possa evitar a disputa da “liguilha”. Calculadora na mão, vencer a Liga Desportiva de Maputo é primordial para alimentar o sonho.

Cumprido o objectivo de se manter na elite do futebol, em tempos de desaceleração de investimento, a Liga Desportiva de Maputo vai a Quelimane para vencer. Dário Monteiro e seus pupilos ainda podem galgar algumas posições na tabela classificativa. Jogo, por isso, com elevado grau de dificuldades para o Matchedje de Mocuba.

 

INCOMÁTI: VENCER OU VENCER

A roçar a zona de despromoção, ainda que com seis pontos de avanço em relação ao Matchedje de Mocuba, o Incomáti de Xinavane joga uma cartada importantíssima sábado diante do Desportivo Maputo.

É vencer ou vencer no “canavial” para chegar a casa dos 26 pontos e arrumar as contas da manutenção, em mais uma época em que andou às cambalhotas no Moçambola-2021 com ameaças de desistência, pelo meio, dada alegadas situações de má arbitragem. Mas esses são outros contos: no campo, o Incomáti deve-se impor para não arrastar esta decisão para as próximas rondas.

Cambaco interrompeu, no passado sábado, uma dolorosa série de seis derrotas consecutivas dos “alvi-negros” mas sabe que o caminho da “liguilha” é praticamente inevitável.

E não será surpresa para ninguém, dada a constante instabilidade no plantel, principalmente a falta de condições de trabalho e salários em atraso. Mais do mesmo no centenário clubes a chafurdar numa crise financeira.

Por estas alturas (ndr: na 27.ª jornada de uma prova com 16 equipas), há dois anos, o Costa do Sol estaria em modo festivo pela conquista do Moçambola, após vitória sobre a União Desportiva do Songo, por 4-2. Época atípica, exibições irregulares e duas chicotadas psicológicas marcaram de forma negativa a marcha do campeão.  Uma vitória por 2-1 na passada quarta-feira, diante da União Desportiva do Songo, pode ser o mote para uma ponta final digna de campeonato dos “canarinhos”.

Diante do “moribundo” Textáfrica de Chimoio, agora a “ganhar ritmo” para a liguilha, o Costa do Sol não vai facilitar. Há questões de grandeza e honra do clube mais titulado do país. Em Vilankulo, o Ferroviário de Maputo vai jogar com a Associação Desportiva que ambiciona amealhar os três pontos.

Desportivo Maputo e Costa do Sol defrontam-se, esta sexta-feira, às 17h45, em desafios da segunda jornada do Campeonato da Cidade de basquetebol em seniores femininos. É um jogo no qual as canarinhas, vice-campeãs, são claramente favoritas até porque apresentam melhor estrutura que as “alvi-negras” que contam com muita juventude.

O Desportivo Maputo perdeu, na estreia, frente ao Maxaquene por 45-26, pelo que procura surpreender um conjunto que se reforçou bastante esta temporada, sendo de destacar as contratações e Ingvild Mucauro e Eleutéria “Formiga” Lhavanguane. No mesmo recinto, às 19h30, o Ferroviário de Maputo “B” mede forças com o Desportivo Maputo, conjunto que na primeira jornada apresentou-se sem treinador devido a falta de pagamento de salários a Horácio Joaquim Martins.

Os “alvi-negros” perderam na estreia com o Costa do Sol, vice-campeão da cidade, pela marca de 89-54.

No pavilhão do Maxaquene, o Ferroviário de Maputo “B”, em femininos, mede forças com A Politécnica, partida marcada para às 17h45. Já às 19h30, será a vez das campeãs em título, Ferroviário de Maputo A, baterem-se com o Maxaquene. O conjunto de Nasir “Nelito” Salé é claramente favorito pois tem uma estrutura muito forte que, em 2018 e 2019, conquistou a Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores femininos.

No pavilhão da A Politécnica, a equipa da casa mede forças com o Maxaquene, em jogo da segunda jornada em seniores masculinos. Sábado, a prova prossegue com a realização de mais partidas. Às 14H00, no pavilhão do Maxaquene, a equipa da casa defronta o Ferroviário de Maputo em desafio da jornada 3 do Campeonato da Cidade em seniores femininos. Duas horas depois, Costa do Sol e Maxaquene medem forças ao nível dos seniores masculinos. No Pavilhão da A Politécnica, às 14h00, teremos o duelo Costa do Sol vs Lazio em seniores femininos. Às 16h00, A Politécnica joga com o Desportivo Maputo também em seniores femininos, jogos inseridos na 3ª jornada. Já no Pavilhão do Desportivo, às 13h00, Universidade Pedagógica bate-se com o Ferroviário de Maputo B em seniores masculinos, enquanto Desportivo Maputo trava argumentos com A Politécnica. Às 17h00, o Ferroviário de Maputo joga com Atlético, partidas igualmente inseridas na 3ª jornada.

Ferroviário da Beira venceu, esta quinta-feira, o Matero Magics da Zâmbia (81-51) em jogo da 1ª jornada do grupo F da divisão Leste das eliminatórias da zona VI de acesso à Liga Africana de Basquetebol. Amanhã, os “locomotivas” do Chiveve batem-se às 15h00 com o Roche Bois das Maurícias.

Nota prévia: William Kiah Perry, base armador norte-americano, recuperou. Agradeceu, Luis Hernandez, porquanto é o pensador da equipa com capacidade de acelerar e pausar o jogo, atirar dos 6,75 metros e fazer o passe no “timing certo”.

Esteve no cinco inicial composto ainda pelo  reforço canadense Jermel Michele Kennedy, Helton Ubisse, Ismael “Timo” Nurmamad e Elves “Stam” Honwana.  Fazer parte de um dos novos eixos do basquetebol africano, com intervenção da gigante NBA, implicava vencer na estreia na primeira de duas etapas de qualificação para a Basketball Africa League, em Joanesburgo. E foi o que aconteceu, com Helton Ubisse a liderar os “kamikazes” com um duplo-duplo (14 pontos e 16 ressaltos) em 29:57 minutos na quadra. Ubisse, como não podia deixar de ser, pois, em boa verdade, são chamados para fazer a diferença, foi secundado por William Perry que também teve um “double-double” com 12 pontos e dez assistências em 27:59 minutos na quadra. Jermel Michele Kennedy, canadense, contabilizou 16 pontos e quatro ressaltos em 25:17 minutos na quadra,

Entrada em força no City Arena Inzibio Hall, no Soweto, com os “locomotivas” do Chiveve a controlarem o primeiro quarto com um parcial de 26-10. Os “locomotivas” condicionaram os zambianos, apresentando-se mais agressivos a defender e esclarecidos no ataque. Mais do mesmo no segundo quarto, mas a realçar o facto do Matero Magic ter melhorado a sua pontuação (17 pontos) contra 21 do Ferroviário da Beira.

No quarto menos produtivo dos zambianos, o terceiro, neste caso, o conjunto de Luiz Hernandez conseguiu um parcial de 21-7. Com o jogo controlado, e a pensar já na segunda jornada, esta sexta-feira, o Ferroviário da Beira abrandou perdendo por um parcial de 17-13.

Excelente no aproveitamento na linha de lances livres, o Ferroviário da Beira teve um registo de 11 em 14, média de 78. 57%, contra cinco em dez dos zambianos (50% de aproveitamento).

Nos lançamentos de campo, a equipa moçambicana concretizou 30 em 75 tentados (40% de aproveitamento), sendo que o seu adversário apresentou-se com fraca percentagem de 27, 54% (19 em 69).

Os “targets” apontam ainda para 33% nos tiros exteriores (10 em 30) dos “locomotivas” do Chiveve contra 26, 67% (8 em 30) do Matero Magic. Dominador nas tabelas, os campeões nacionais de 2012 e 2014 colectaram 56 ressaltos dos quais 40 defensivos e 16 ofensivos. O Matero Magic, esse, perdeu a luta das tabelas com 40 ressaltos, sendo 28 defensivos e 12 ofensivos.

A “boxe score” indica que o Ferroviário da Beira contabilizou ainda 27 assistências, 16 “turnovers” e 11 roubos de bola.

Mas há mais por analisar: Ferroviário da Beira contabilizou 31 pontos em situações de perdas de bola, enquanto o seu adversário marcou 11. Nas segundas bolas, o CFB concretizou 15 pontos contra seis do Matero Magic. 31 Pontos dos jogadores saídos do banco e 22 na área restrita são outros dados do Ferroviário da Beira neste duelo de estreia nas eliminatórias da zona VI de acesso à Liga Africana de Basquetebol (BAL).

Lembre-se que os dois primeiros classificados deste grupo qualificam-se para a outra fase, que contará com 16 equipas a serem divididas em dois (2) grupos (G e H) de oito (8) cada.

Esta fase será disputada de 16 a 21 de Novembro (Grupo G) e de 14 a 19 de Dezembro (Grupo H).

Os três primeiros classificados dos grupos G e H se qualificam-se para a fase final da segunda edição da Basketball Africa League, prova a realizar-se entre Março e Julho, em Kigali, Ruanda.

As mesmas juntar-se-ão aos representantes de Angola, Egipto, Nigéria, Senegal e Tunísia na elite 12 da prova.

Leeds United vs Wolves é o jogo da 9ª jornada da Premier League a ser transmitido, sábado, às 16h00, na Stv. Na Série A, as emoções continuam com os jogos a revelarem-se cada vez mais renhidos. Domingo, às 15h00, a Stv transmite o jogo Hellas Verona vs Lazio.

A mais atractiva e competitiva liga de clubes do planeta está cada vez mais renhida, emocionante e carregada de jogos de encher o olho. Jogos de grande intensidade, espectáculo infindável. Este fim-de-semana, a Premier League roda a jornada 9 com jogos empolgantes.

Na Stv, a partir das 16h00, os amantes do futebol de primeira poderão acompanhar o duelo Leeds United vs Wolverhampton.

17º Classificado com apenas seis pontos, o Leeds United procura recuperar terreno na tabela classificativa quando receber o Wolverhampton, em Elland Road. Aliás, na última jornada, o Leeds United perdeu com o Southampton por 1-0.

Em sentido contrário, o Wolves está a atravessar um bom momento depois de um arranque em falso. Na última partida na Premier League, o Wolves venceu o Aston Villa por 3-2 em desafio realizado no Villa no Villa Park. Esta foi, de resto, a terceira vitória consecutiva desta formação, resultado que coloca o conjunto de Bruno Lage no 10º lugar na, com 12 pontos.

No último confronto da Premier League entre as duas formações, o Wolves derrotou o Leeds United por 1-0, no Estádio Molineux.

O golo solitário da “equipa mais portuguesa” da Premier League foi apontado por Illan Meslier. Os “lobos”- alcunha Wolves- levaram a melhor sobre o Leeds United nos últimos duelos entre ambos, havendo um registo de cinco vitórias em igual número de jogos, que datam de Abril de 2017.

Analisando as estatísticas da temporada, Hwang Hee-Chan tem sido o jogador em destaque do Wolverhampton Wanderers, tendo anotado três golos.

No Leeds United, o brasileiro Raphinha é uma peça-chave contabilizando, igualmente, três golos na edição 2021-2022 da Premier League.

Esta temporada, em Elland Road, o Leeds United contabiliza uma vitória, um empate e duas derrotas. Com três vitórias e apenas uma derrota, o Wolves apresenta um bom registo fora de casa no campeonato.

 

JOGO GRANDE EM OLD TRAFORD

Domingo, temos um jogo grande em Old Traford. Manchester United recebe o Liverpool, num duelo de gigantes. O Liverpool vai procurar manter o seu impressionante início de temporada na Premier League, prova na qual soma cinco vitórias e três empates.

No último embate realizado na Liga Inglesa, o Liverpool goleou o Watford por 5-0 com os tentos a serem apontados por Sadio Mané (8’),  Roberto Firmino (37’, 52 e 90+1) e Mohamed Salah (54’).

Os “reds”, na 3ª posição na Premier League quando foram disputadas oito jornadas com 18 pontos, ainda não conheceram o sabor amargo da derrota na prova. Aliás, o seu saldo é de cinco vitórias e três empates, tendo marcado 22 golos e sofrido 6.

O Manchester United, esse, está na 6 ª posição com 14 pontos. O conjunto orientado por Ole Gunnar Solskjær apresenta um saldo de quatro vitórias, duas derrotas e igual número de empates, sendo que o registo é de 16 golos marcados e 10 sofridos.

O Manchester United perdeu sua última partida da Liga Inglesa com o Leicester City, por 4-2, no King Power Stadium.

O Liverpool venceu o último confronto com o Manchester United na Premier League, por 4-2, com o brasileiro Roberto Firmino a destacar-se com um “bis” aos 48 e 47 minutos. Diogo Jota e Mohamed Salah também estiveram em destaque nesta partida. Bruno Fernandes e Marcus Rashford marcaram os golos do Manchester United

 

M’gladbach  à procura da redenção

A Bundesliga roda, igualmente, a jornada 9 com o jogo Hertha Berlim vs Borussia M’gladbach’, agendado para às 18h30, a merecer transmissão na Stv.

Após um início irregular na Bundesliga, o Borussia M’gladbach desloca-se sábado ao terreno do Hertha Berlim. O último jogo do Borussia M’gladbach na Bundesliga resultou em um empate a uma bola com o Estugarda, no “Stadion in Borrusia Park”.

O Hertha Berlim é o 13º classificado com nove pontos. Esta formação saiu vitoriosa na 8ª jornada da Bundesliga, batendo o Eintracht Frankfurt, por 2-1, em pleno “Deutsche Bank Park”.

Há registo de um empate a duas bolas no último confronto entre o Borussia M’gladbach e Hertha Berlim.

Santiago Ascacibar e Jhon Córdoba foram os autores dos golos do Hertha Berlim, enquanto Alassane Plea e Lars Stindl anotaram os tentos do “Gladbach”.

O M’gladbach levou a melhor sobre o Hertha Berlim nas últimas quatro partidas da Bundesliga (uma vitória e três empates).

O Hertha Berlim procura sua primeira vitória no campeonato em jogos entre os dois clubes desde Fevereiro de 2019.

Destaque, no M’gladbach, para Jonas Hofmann, ele que marcou três vezes na presente edição da Bundesliga.

Já o Hertha Berlim tem sido liderado por Jurgen Ekkelenkamp e Suat Serdar, jogadores que contabilizam dois golos cada nesta temporada.

No “Olympiastadion Berlin”, nesta temporada, o Hertha Berlim tem registo de uma vitória e duas derrotas em três partidas da Bundesliga. O M’gladbach, esse, tentará superar uma série de maus resultados fora do “Stadion im Borussia –Park” nesta temporada, com três derrotas e apenas uma vitória fora de casa.

Nas últimas seis partidas na Bundesliga, o Hertha Berlim venceu três e perdeu igual número de jogos. O M’gladbach, por sua vez, venceu três, empatou uma e perdeu duas. O líder da prova, Bayern Munique, mede forças com o Hoffenheim, numa partida agendada igualmente para sábado. Depois de terem goleado o Benfica (4-0), quarta-feira, os bávaros partem para este encontro cheios de confiança e desejosos de manter a sua veia goleadora (levam melhor ataque da Bundesliga com 24 golos).

 

Liga Inglesa:

9ª jornada

Sexta-feira:

Arsenal  vs Aston Villa

Sábado:

Chelsea vs Norwich

Crystal Palace     vs Newcastle

Everton                 vs Watford

Leeds                     vs Wolves (jogo com transmissão na Stv)

Southampton       vs Burnley

Brighton                vs Manchester City

Domingo:

Brentford               vs Leicester City

West Ham              vs Tottenham

Manchester United   vs Liverpool

 

Liga Alemã

9ª jornada

Sexta-feira:

Mainz vs Augsburg

Sábado:

Bayern Munique vs Hoffenheim

Leipzig                   vs Greuther Furth

Wolfsburg            vs  Freiburg

Arminia                 vs Borrusia Dortmund

Hertha Berlim      vs Borussia M’gladbach

Domingo:

Colónia vs Bayern Leverkusen

Estugarda   vs União Berlim

Bochum      vs Eintracht Frankfurt

 

Liga Italiana:

Sexta-feira:

Torino vs Genóva

Sampdoria vs Spezia

Sábado:

Salernitana vs Empoli

Sassuolo       vs Venezia

Bolonha        vs AC Milan

Domingo:

Atalanta     vs Udinese

Fiorentina  vs Cagliari

Verona         vs Lazio (Jogo a ser transmitido na Stv)

Roma            vs Napolis

Inter               vs Juventus

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