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Cuba poderá trazer médicos para Cabo Delgado

Foto: O País

Cuba poderá trazer médicos do seu país para apoiarem na assistência médica às zonas assoladas pelo terrorismo em Cabo Delgado. A informação foi avançada, hoje, na despedida do embaixador cubano no país.

Houve uma troca de “curvares” entre o Presidente da República e o embaixador de Cuba em Moçambique e um cumprimentar com punhos à moda da COVID-19 para marcar a despedida do diploma cubano no país, depois de quatro e meio que esteve a trabalhar em Moçambique.

No encontro que era para o “adeus”, o embaixador cubano, Pavel Hernández, não fez exactamente um balanço, mas destacou o fortalecimento dos dois países em vários domínios, sobretudo no sector da saúde em zonas assoladas pelo terrorismo.

“Estamos a falar da possibilidade de voltar com médicos para apoiar a situação actual em Cabo Delgado. Vamos acrescentar a nossa cooperação em matéria de educação, concretamente e matérias de saúde e temos propostas específicas para fortalecer o sistema de saúde do país, sobretudo na formação”, revelou Pavel Díaz Hernández, embaixador de Cuba em Moçambique, depois do encontro de despedida com o Chefe do Estado.

De resto, os quatro anos e meio de Pavel Hernández em Moçambique foram coroados de êxitos e realizações tanto que “chegámos a Moçambique como diplomatas cubanos de longa data e voltámos como filhos da pátria de Mondlane e Samora. Vivemos momentos muito marcantes. Vivemos, nestes quatro anos e meio, a história do país, desde a experiência do Idai até ao combate à COVID-19 e trouxemos o reforço de médicos intensivistas cubanos”, descreveu Pavel Hernández.

O embaixador, que deixa o país, reitera que Cuba estará sempre aberta para apoiar Moçambique sempre que for necessário.

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