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CTA defende integração do PR nas propostas de reforma

A Confederação das Associações Económicas de Moçambique, CTA, sugere que o Presidente da República integre a equipa do Governo que lida com questões que zelam pela melhoria do ambiente de negócios. O presidente da organização, Agostinho Vuma, apresentou uma série de aspectos que considera estarem a falhar, incluindo o modelo económico adoptado no país.

Na sua intervenção, o Presidente da CTA começou por destacar aspectos que, na sua óptica, evidenciam a baixa eficiência do investimento público em infra-estruturas, como parte das fragilidades que afectam o ambiente de negócios.
A CTA considera necessário definir-se um modelo económico, em que o Estado regula, e o privado actua, ao invés de uma economia centralizada, cujas marcas ainda se fazem sentir.

O sector privado defende a intervenção directa do Presidente da República na supervisão das reformas que têm sido propostas.

Na reunião, os participantes defenderam que, com todo o potencial que o país tem, de ponto de vista de recursos naturais, energéticos agrícolas e até humanos, há condições para mudar o paradigma, bastando para tal que haja cometimento no sentido de implementar as estratégias que já existem.

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