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Covid-19: Mais de oito mil mortos e mais de 200 mil infectados em todo mundo

O vírus já se espalhou pelo mundo. O Covid-19 já provocou 8.784 mortos em mais de 209.000 casos de infecção registados em 150 países, indicam dados recolhidos pela agência AFP, citados pela Lusa.

Segundo os dados recolhidos a maioria das mortes foi registada na Europa (4.112) e na Ásia (3.384).

Os países mais afectados depois da China são Itália, com 2.978 mortes em 35.713 casos, o Irão, com 1.135 mortes em 17.161 casos, a Espanha, com 598 mortes em 13.716 casos e a França, com 264 mortes em 9.134 casos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) considerou esta quarta-feira a pandemia do Covid-19 “um inimigo da humanidade”.

Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde (DGS) elevou o número de casos confirmados de infecção para 642 e o número de mortos no país subiu para dois. Dos casos confirmados, 553 estão a recuperar em casa e 89 estão internados, 20 dos quais em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI). Das pessoas infectadas em Portugal, três recuperaram.

O Presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, declarou esta quarta-feira Estado de Emergência devido ao Covid-19. A declaração do Estado de Emergência já foi aprovada pela Assembleia da República.

Segundo a Euronews, o decreto determinará que o estado de emergência vigorará da meia-noite desta quarta-feira até às 23h59 de dia 2 de Abril. Quinze dias é o prazo máximo em que pode vigorar o estado de emergência à luz da Constituição. Mas, no fim desse prazo, pode ser renovado.

Fica parcialmente suspenso o exercício dos seguintes direitos: direito de deslocação e fixação em qualquer parte do território nacional; propriedade e iniciativa económica privada; direitos dos trabalhadores; circulação internacional; direito de reunião e de manifestação; liberdade de culto, na sua dimensão colectiva; e direito de resistência.

De acordo com o decreto de lei do Presidente da República sobre o estado de emergência, as pessoas que desobedecerem a determinações do estado de emergência, aprovado pelo parlamento, cometem um crime e incorrem numa pena de prisão até um ano ou multa até 120 dias, segundo o Código Penal.

 

 

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