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COVID-19 força suspensão de aulas nas universidades de Maxixe, Vilankulo e Massinga em Inhambane

Através do Decreto n50/2021, o Conselho de Ministros suspendeu as aulas presenciais na Escola Superior de Hotelaria e Turismo na cidade de Inhambane, que, na altura, já tinha registado alguns casos da COVID-19 envolvendo estudantes e docentes.

Na última terça-feira, através de um despacho assinado pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Daniel Nivagara, foram suspensas as aulas presenciais na Universidade do Save, extensão de Maxixe e de Massinga, bem como na Escola Superior de Desenvolvimento Rural na cidade de Vilankulo. O mesmo documento refere que a suspensão entrou imediatamente em vigor e é válida enquanto perdurar a vigência do Decreto n 50/2021, válido até 17 de Agosto.

Na verdade, são apenas três instituições de ensino superior suspensas onde já foram registados 23 casos da COVID-19. Trata-se de 10 casos de estudantes e um docente na UNISAVE de Maxixe, quatro estudantes, um docente e duas pessoas do corpo administrativo da UNISAVE de Massinga. Em relação à Escola Superior de Desenvolvimento Rural de Vilankulo, houve o registo de quatro casos, sendo que todos já estão recuperados.

Estão suspensas as aulas, mas as autoridades dizem que o processo de ensino e aprendizagem continua, apesar de estar a enfrentar dificuldades. As dificuldades têm a ver com o acesso à internet ou ainda a dispositivos que permitam que o estudante possa ter aulas de forma remota.

O problema de internet verifica-se também por parte do corpo docente, mas, segundo os Serviços Provinciais de Assuntos Sociais, as instituições de ensino superior vão ultrapassando paulatinamente, disponibilizando recargas aos docentes. Entre os diagnosticados com COVID-19 nas universidades, não há óbitos, nem pessoas internadas.

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