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Começa amanhã vacinação dos profissionais de saúde contra COVID-19 em Moçambique

Arranca esta segunda-feira, em todo o país, uma nova etapa na prevenção e no combate ao novo Coronavírus, a imunização. Os profissionais de saúde serão os primeiro a tomar a vacina por conta da sua “alta exposição à infecção” durante o trabalho.

O Ministério da Saúde alocou às províncias 121.530 doses de imunização, das 200 mil que o país recebeu da China em Fevereiro passado.

A partir das províncias, as vacinas serão transportadas para os 154 depósitos distritais, para efeitos de distribuição às unidades sanitárias, que segundo o Plano Nacional de Vacinação são o “último nível da cadeia de abastecimento”.

De acordo com o mesmo documento, durante o processo de vacinação, que amanhã inicia, “todos os utentes irão passar por uma verificação do uso adequado da máscara, haverá locais de lavagem ou desinfecção das mãos com água e sabão ou álcool gel” para assegurar que os grupos abrangidos sejam “rastreados para sintomas sugestivos da COVID-19 antes de preencherem os cartões de vacinação ou qualquer formulário de consentimento”.

“Em raras situações em que a vacinação venha a decorrer numa sala fechada, como é o caso de salas de vacinação dentro das unidades sanitárias, o número de utentes será reduzido para garantir o distanciamento social”, referem ainda as autoridades da Saúde.

A imunização contra a COVID-19 vai iniciar num momento em que o país está a 14 dias completar um ano desde que o Ministério da Saúde anunciou o primeiro paciente com a doença.

Desde essa altura, o país registou 62.520 pessoas com o novo Coronavírus, das quais 693 morreram, 46.421 recuperaram e 15.402 continuam infectadas.

O maior número de infecções, mortes e hospitalizações é da cidade e província de Maputo, sob recolher obrigatório desde 05 de Fevereiro passado. Sofala é a terceira parcela do país com mais pacientes ainda com a doença.

Os meses de Janeiro e Fevereiro foram de cortar à faca e de ranger os dentes, devido, em parte, à segunda vaga da COVID-19. Este vírus nunca antes matou tanto como nesse período.

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