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CNE apela ao esquecimento de erros do passado

O segundo vice-presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), Meque Braz, apela a melhor organização nas eleições autárquicas de 2018 e gerais de 2019, de modo que se evite situações de injustiça ou contestação. “Já não podemos errar. Erros do passado devem ser esquecidos. Para já temos que começar a trilhar no sentido de encontrar tudo o que foi erro e melhorarmos para que tenhamos eleições sem muitas dificuldades. No passado tivemos problema no sistema, nas baterias de alguns aparelhos e erros humanos. Nos próximos processos essas dificuldades não podem existir”, afirmou Meque Braz, que falava em Manica, ontem, no âmbito da formação de quadros da CNE e do STAE em matérias de Lei Eleitoral, que arrancou no distrito de Gondola.

Falando a jornalistas, momentos depois de proceder à abertura do seminário, o segundo vice-presidente da CNE explicou que a formação visa enquadrar todos os membros dos órgãos de apoio á Comissão de Eleições de conhecimentos sobre a Lei Eleitoral, para que os próximos sufrágios decorram sem sobressaltos. “Sabem que entramos há pouco tempo em funcionamento e temos membros que vem do partido Frelimo (no poder) e outros da Renamo, do MDM e da sociedade civil.

Precisamos de fazer um enquadramento legal para que todos comunguemos ideias e tenhamos a mesma percepção em relação a legislação eleitoral”, disse Braz.

De acordo com a fonte, pretende-se com a capacitação munir os membros de conhecimentos sobre os procedimentos e funcionamento dos órgãos de apoio à Comissão Nacional de Eleições.

A província de Manica, com mais de dois milhões de habitantes e 12 distritos, tem cinco autarquias, nomeadamente Gondola, Sussundenga, Manica, Catandica e cidade de Chimoio.

 

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