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CIP e CTA questionam isenção das concessionárias estrangeiras de se inscreverem na BVM

O Centro de Integridade Pública (CIP) e a Confederação das Associações Económicas (CTA) questionam a decisão do Governo, de isentar as concessionárias internacionais de se inscreverem na Bolsa de Valores de Moçambique (BVM), cabendo a obrigação às concessionárias nacionais.

O Governo justificou a decisão com o facto de as empresas estrangeiras estarem cotadas em bolsas maiores.

Os questionamentos foram apresentados esta quinta-feira, no evento promovido pela Associação Moçambicana de Economistas, que contou com a participação de representantes de concessionárias nacionais e estrangeiras.

O evento juntou na mesma sala, os representantes para reflectirem sobre os mecanismos de envolvimento dos moçambicanos nos mega projectos de exploração de recursos naturais, e a relevância da BVM.

De acordo com o Presidente da Associação Moçambicana de Economistas, António Tivane, esta conferência surge do facto de a organização ter constatado um défice de conhecimento sobre o mercado financeiro, com realce para o mercado de capitais.

Lembre-se que a isenção desta obrigatoriedade surge na sequência da revisão do regulamento da lei de petróleos.

 

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