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 Chiquinho Conde teve autorização da FMF para estar “fora de jogo” com Níger

O presidente da FMF afirmou que não é obrigação do órgão controlar a documentação dos jogadores da selecção. Feizal Sidat disse ainda que não vê caso para debate em torno da ausência de Chiquinho Conde no jogo desta noite diante do Níger e esclarece que a ausência do seleccionador foi comunicada com antecedência à FMF.

Horas depois de ter sido avançada a informação da deportação de Zainadine Júnior e Reginaldo Faite por anomalias na documentação, Feizal Sidat diz que a culpa não deve ser atirada à FMF.

“O passaporte é pessoal e intransmissível. Cada um tem o seu passaporte, que não é passaporte do serviço. É um passaporte pessoal”, por isso mesmo Sidat considera que “o próprio atleta podia ter salvaguardado, mas talvez não tenha reparado. São coisas que acontecem”.

Para o dirigente federativo, esta é uma situação compreensível, afinal, “sabemos que Zainadine é um grande capitão, um homem que puxa pela equipa e vamos ter que atenuar e, por ora, vamos socorrer-nos em soluções internas, segundo informações da equipa técnica”.

Feizal Sidat reiterou que continua a contar com o jogador, que, depois de reclamar da falta de apoio da Federação Moçambicana de Futebol, chegou a colocar a possibilidade de não mais representar os Mambas. Recorde-se que, citado pelo jornal electrónico Jogo Aberto, Zainadine Jr. teria dito que “como não quiseram saber de mim, eu lhes vou responder em Junho, quando a federação tiver jogos. Eu não irei participar”, em alusão aos jogos de apuramento ao Campeonato Africano das Nações.

Por outro lado, o dirigente diz que a FMF previa que o seleccionador nacional poderia falhar o primeiro jogo do torneio de Nouakchott, diante do Níger, mas diz que é uma ausência compreensível.

“Chiquinho Conde tinha que estar na formação para estar nas elites dos treinadores europeus e eram mais um ou dois dias e, encarecidamente, ele pediu à Federação Moçambicana de Futebol e nós anuímos”, esclareceu Feizal Sidat.

Ademais, segundo o líder da Casa do Futebol, “gostaríamos que ele estivesse na elite, porque isso é bom para nós, como moçambicanos”, até porque “Chiquinho Conde deu tudo pela selecção nacional e acreditamos que estará focado no jogo de sábado”.

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