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China e Etiópia suspendem voos do Boeing 737 Max 8

Com dois despenhamentos trágicos do Boeing 737 Max 8 em menos de cinco meses é já um caso para se dizer que esta marca tem um historial negativo nas suas jornadas aéreas.

A queda do avião no último domingo que resultou na morte de 157 pessoas a bordo, incluindo um moçambicano, acabou por forçar a Ethiopian Airlines a suspender toda a frota do Boeing 737 Max 8 por questões de segurança.

O governo da Etiópia, além de declarar luto nacional, esta segunda-feira, decidiu juntamente com a China suspender o uso de aviões desse modelo, invocando questões de segurança. Oito cidadãos chineses viajavam no avião que despenhou seis minutos após a decolagem.

O avião levava 149 passageiros de 33 nacionalidades e oito membros da tripulação, tendo caído perto da cidade de Bishoftu a cerca de 62 quilómetros de Adis Abeba. O destino do voo era Nairobi, capital do Quénia.

A equipa de investigação já encontrou a caixa negra do avião.

 

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