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China confisca 2,2 toneladas de escamas de pangolim na fronteira

As autoridades alfandegárias do sul da China desmantelaram uma organização envolvida no tráfico de espécies protegidas e apreenderam 2,2 toneladas de escamas de pangolim.

As autoridades chinesas intensificaram os seus esforços, desde o ano passado, para erradicar o comércio e o consumo de animais selvagens, ambos proibidos por Pequim após surgimento do novo Coronavírus em Wuhan.

Especialistas citados pelo Notícias ao Minuto, sugerem que as fazendas que criam animais selvagens podem ser a origem do novo Coronavírus.

Peter Daszak, membro da delegação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que investigou a origem da pandemia na China, no início deste ano, declarou em Março que a rota mais provável de transmissão do vírus seria a partir de morcegos para algum animal selvagem, criado em cativeiro no sul da China, e finalmente para o ser humano.

No ano passado, a China listou os pangolins entre os animais protegidos de primeira categoria.

O pangolim é consumido pelas suas supostas propriedades curativas, destacadas pela medicina tradicional chinesa.

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