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Cerca de sete mil mulheres podem estar livres da fístula obstétrica até 2021

As províncias de Nampula, da Zambézia e a cidade de Maputo são consideradas zonas de referência para o tratamento da fístula obstétrica no país, num programa em curso desde 2018 e que deverá se estender até 2021, abrangendo 6.892 raparigas e mulheres.

Para o efeito, o Ministério da Saúde (MISAU), o Fundo das Nações Unidas para a População e o Canadá lançaram esta, sexta-feira, em Maputo, um projecto denominado “Uma Vida Nova e Digna para as Raparigas e Mulheres que Sofrem de Fístula Obstétrica”, orçado em 270 milhões de meticais.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, cerca de dois milhões de mulheres sofrem de fístula obstétrica em África, Ásia e América Latina. Entre os 50 mil e 100 mil novos casos registados anualmente em todo o mundo, 2.500 ocorrem em Moçambique, fazendo da fístula obstétrica um problema de saúde pública.

O programa prevê ainda promover a reintegração social de mais de 600 mulheres e a capacitação de 56 médicos.   

 

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