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Cerca de 232 milhões de pessoas no mundo correm o risco de ficar cegas

Cerca de 232 milhões de pessoas no mundo correm o risco de ficar cegas devido a tracoma. África é o mais afectado com 18 milhões de afectados pela doença e no país, 66 distritos registam o maior número de casos.

A capital moçambicana é, desde esta quarta-feira, palco da Reunião Global da Organização Mundial da Saúde para a Eliminação do Tracoma no mundo, uma doença inflamatória visual.

Participam no encontro, representantes de 53 países africanos, europeus, asiáticos e americanos. O objectivo é avaliar o nível de implementação de estratégias que visam acabar com a doença até 2020.

Na abertura do evento, o vice-ministro da Saúde reconheceu que doença, que já constitui problema de saúde pública, ainda afecta em grande escala 66 distritos das províncias do centro e norte do país.

Em 2007, o país comprometeu-se, através do Programa “CARA” da Organização Mundial da Saúde, em eliminar a doença até 2020, mas as autoridades assumem que só poderão alcançar a meta em 2023.

Já a representante da Organização Mundial da Saúde em Moçambique pediu a intervenção de todos, sobretudo da sociedade civil e dos académicos, para a eliminação da doença até 2020.  

O tracoma é uma doença causada por uma bactéria. Ocorre, na maior parte das vezes, em áreas de maior concentração de pobreza, deficientes condições de saneamento básico e acesso à água.

 

 

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