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Campeão sucumbe na deslocação a Tete

O Ferroviário da Beira, campeão nacional, não conseguiu atingir o seu objectivo na deslocação a Tete, onde perdeu diante do Chingale de Tete, por duas bolas sem resposta.

A vitória dos “canarinhos” de Tete veio mesmo a calhar, uma vez que a equipa sai da última posição, passando a ocupar a 14ª posição, agora com 13 pontos, enquanto o Ferroviário da Beira mantem a 8ª posição, com os mesmos 20 pontos com que entrou para esta partida.

 

Golos madrugadores

O Ferroviário da Beira entrou pressionante, já que vinha com galardões de vencedores nas Afrotaças, mas num golpe duro, logo aos quatro minutos, Charlles abriu o activo, numa jogada em que a defesa “locomotiva” esteve mal batida, permitindo que o avançado “canarinho” marcasse. Foi o segundo golo de Charlles no Moçambola Zap desta edição.

Depois foi a vez do campeão nacional correr atrás do prejuízo, com Nelito a criar imensas oportunidades de golos, mas a estar em tarde “não” e a não conseguir acertar com a baliza do Chingale. Por três ocasiões os “locomotivas” de Chiveve estiveram perto de empatar, mas a defesa dos donos da casa não permitia o último passe que seria para o golo.

No final dos primeiros 45 minutos, Valy Ramadane, falando a Rádio Moçambique, disse que o árbitro não estava a ser imparcial, pois cortava imensas jogadas da sua equipa, deixando claro que o árbitro estava a prejudicar a sua equipa.

No reatamento, quando se esperava que o Ferroviário da Beira reagisse à derrota que vinha albergando no primeiro tempo, eis que surge o “golpe da misericórdia”, por Barrigana. Passavam apenas dois minutos depois do reatamento e o Chingale de Tete já vencia por duas bolas sem resposta.

Era mais difícil para o Ferroviário da Beira chegar ao empate, mas nada impossível. Voltou à carga, pressionando o seu adversário, sem contudo conseguir os seus intentos.

Corria o tempo a desfavor dos campeões nacionais que se viam na eminência de sair do jogo com uma derrota, diante do lanterna vermelha. O Chingale de Tete fechava-se em copas, não dando espaço de manobra para os avançados beirenses, que mesmo com maior pendor ofensivo não conseguia chegar nem ao golo de honra.

 

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