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BVM, IACM e ISSM na FACIM para se darem a conhecer à sociedade

Feiras de negócio são para vender a imagem, a marca, os produtos e serviços; são para fazer negócios, obviamente, mas nem todos estão para vender. instituições como Instituto de Supervisão de Seguros (ISSM), Bolsa de Valores de Moçambique (BVM) e Instituto da Aviação Civil de Moçambique (IACM) estão preocupadas em tornar-se mais visíveis e conhecidas pela sociedade. Estão na FACIM para mostrar o que têm para oferecer ao mercado, que, apesar de substancial importância, é pouco conhecido. Basta recordar que há baixo consumo dos serviços de seguro e fraca adesão das empresas na Bolsa.

As três organizações levam à FACIM as suas estratégias de comunicação com os visitantes e com outras empresas, esperando que, ao fim dos sete dias do evento, estejam criadas condições para que mais empresas adiram à BVM (actualmente são apenas cinco empresas cotadas e a meta é atingir nove, até ao fim deste ano). O ISSM quer contrariar a realidade actual, em que apenas 8% dos cerca de 27 milhões de habitantes de Moçambique usam serviços de seguro. Por seu turno, o IACM quer mostrar que existe uma autoridade na área da aviação no país.

De um modo geral, expositores estiveram em força na abertura da 53.ª edição da FACIM. Foi um arranque marcado por uma movimentação incomum dos expositores, ao contrário do que se assistiu nos anos anteriores. À nossa equipa de reportagem, expositores revelaram estar preparados para aproveitar a maior feira comercial de modo a divulgar as suas marcas e, sobretudo, aumentar as vendas.

Florêncio Chavango, director da Indústria e Comércio da província de Cabo Delgado, diz que o desafio da sua província é atrair investimentos para o aproveitamento das oportunidades nas diversas cadeias de valor dos recursos naturais. Já o director da Indústria e Comércio de Nampula, Norberto Narciso, afirma que o turismo é uma das grandes apostas nesta edição, um sector eleito prioritário pelo governo provincial em sessão alargada aos administradores, o que vai ao encontro de uma das recomendações do presidente da República, Filipe Nyusi, na sua recente visita a Nampula.

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