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 “Branca de Neve” encerra ciclo da Revolução de Outubro

O mundo encantado chega a Moçambique. É a primeira vez que se assiste a um espectáculo do género no país. Inspirado pelo conto de fadas dos Irmãos Grimm, o director artístico, Iain MacDonald, trouxe à Moçambique o bailado clássico “Branca de Neve”, do Joburg Ballet. 

O espectáculo, que aconteceu em Maputo, encerrou o ciclo das celebrações do centenário da Revolução de Outubro de 1917, organizado pela Fundação Fernando Leite Couto. 

Segundo Fernando Amado Couto, o evento foi pensado com dois objectivos, para que as pessoas tenham possibilidade de ver bailado clássico e porque decidiram completar o ciclo da Revolução de Outubro de 1917. 

“O bailado clássico já não era representado no nosso país há muitos anos, e porque a Rússia sempre foi a escola mãe do balé clássico em toda parte do mundo”, disse Couto, acrescentando que era necessário que se fizesse no país um bailado de qualidade. 

O evento superou as expectativas dos organizadores, tendo excedido a capacidade da sala com expectadores que continuavam a chegar a cada instante, para ver o Joburg Ballet. 

O mundo encantado deixou os espectadores maravilhados. Para muitos, o evento foi fascinante e deveria repetir-se mais vezes.

“É muito importante em termos culturais, já havia assistido noutros países, aqui é a primeira vez e foi muito bonito”, afirmou Carlos Pereira, espectador.

Para António Coreia, outro espectador, foi uma surpresa agradável. Já havia visto balé a nível internacional, mas “em Moçambique é a primeira vez que vejo é um espectáculo bonito”. 

Para quem não teve oportunidade de assistir ao espectáculo desta vez, a Fundação Fernando Couto promete mais bailado clássico nos próximos anos.

“Temos que marcar periodicidades anuais, esta experiência deu-nos força para que a Fundação que é muito limitada, abarcasse a possibilidade de fazer grandes eventos”, explicou Fernando Amado Couto.

Os bailarinos vão trocar experiências com algumas escolas da cidade de Maputo, para transmitir os seus ensinamentos de anos. E segundo a organização, é possível que dentro de alguns anos tenhamos uma escola de bailado clássico em Moçambique. 

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