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BIOFUND quer consciencialização e educação para a protecção da biodiversidade

Foto: O País

A Fundação para a Conservação da Biodiversidade (BIOFUND) vai participar da segunda edição da conferência Crescendo Azul, com protecção da biodiversidade na agenda. Para já, aponta a necessidade de educação para a protecção de espécies de seres vivos.

O abate de espécies animais é um dos principais problemas que o país enfrenta na protecção da biodiversidade, facto que preocupa a BIOFUND.

“Ainda temos um longo caminho pela frente”, diz a coordenadora do programa de compensação da biodiversidade, Denise Nicolau, para quem os cerca de 30 milhões de moçambicanos não têm o mesmo entendimento sobre a importância da biodiversidade.

“O valor da biodiversidade vai além daquilo que é o aspecto paisagístico, tem também o valor social, económico, ecológico, portanto são várias esferas que todos nós devemos perceber”.

E a percepção passa necessariamente pela educação, de modo que no dia-a-dia possa haver resultados tangíveis.

“A educação começa em casa, quando procuramos perceber que todos nós estamos inseridos no meio ambiente. Quando tomamos a decisão de desenvolver o país não nos podemos esquecer que é preciso promover o desenvolvimento económico sustentável que pensa na biodiversidade. A educação, a formação das pessoas, o planeamento adequado são, de facto, os pilares fundamentais para que a biodiversidade seja cada vez mais considerada”.

Com a segunda edição da conferência Crescendo Azul, que decorre entre 18 e 19 de Novembro corrente, a BIOFUND espera que haja maior divulgação na protecção da biodiversidade.

Conservação da biodiversidade, uma riqueza para as nações é um dos temas de reflexão no evento que vai acontecer no distrito de Vilankulo, província de Inhambane, sob o lema “Investir na Saúde do Oceano é Investir no Futuro do Planeta”.

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