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Banda desenhada pode trazer sustento para artistas moçambicanos

Foto: O País 

Moçambique conta com um novo programa para a divulgação e produção da banda desenhada. Lançado em Maputo, o programa BD PALOP vai permitir que os autores tenham mais acesso a oportunidades e incentivos à produtividade artística.

A iniciativa do desenvolvimento da banda desenhada será distribuída entre Moçambique, Angola, Cabo Verde e incluindo o mercado livreiro de Brasil e de Portugal e tem como objectivo contribuir para o desenvolvimento do sector cultural e servir como uma alavanca para a valorização da banda desenhada.

Uma das acções em destaque neste movimento é a atribuição de uma bolsa anual de criação de banda desenhada para ilustradores e guionistas maiores de 18 anos. Através desta bolsa, nove duplas receberão apoio e monitoria para a produção de obras com igual número de bandas desenhadas anualmente. A primeira edição da bolsa será anunciada nas nossas redes sociais a 27 de Abril e as candidaturas poderão ser feitas através do site www.bdpalop.com desde essa data e até dia 29 de Maio de 2022.

De acordo com o comunicado enviado à nossa Redacção, “a iniciativa vai de igual modo produzir um evento anual de promoção de banda desenhada nos países de intervenção, com mostras de desenhos e actividades com autores convidados”.

A BDPALOP decorrerá entre 2022 e 2024, com o potencial de se tornar sustentável, e surge da necessidade de diversificar a actuação dos sectores das indústrias culturais e criativas nos países de intervenção e criar mais empregos formais na área das publicações de banda desenhada. Pretende igualmente incentivar mais crianças e jovens dos PALOP a iniciar a sua jornada na leitura, promovendo desse modo a literacia.

A iniciativa BDPALOP lançada publicamente a 27 de Abril corrente, no Camões – Centro Cultural Português, em Maputo, contou com a presença do vice-ministro da Cultura e do Turismo de Moçambique, Fredson Bacar, da gestora de projectos da delegação da UE em Moçambique, Filipa Corte Real, do encarregado de negócios da Embaixada de Portugal em Maputo, Rui Miranda, do director do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, João Pignatelli, e do representante da iniciativa e da ANIMA Estúdio Criativo, Fábio Ribeiro

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