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Banco norte-americano aprova empréstimo de USD 05 biliões para construção da fábrica LNG

O Conselho de Administração do Banco de Exportações e Importações dos Estados Unidos da América aprovou o empréstimo de cinco mil milhões de dólares para a construção da fábrica de Gás Natural Liquefeito da Área 1 da Bacia do Rovuma.

As obras de construção da fábrica de Gás Natural Liquefeito na península de Afungi, distrito de Palma, em Cabo Delgado, estão em curso desde Agosto último. Com uma capacidade de produção de cerca de 12 milhões de toneladas de gás natural por ano, o megaprojecto acaba de encaixar um empréstimo bilionário.

Numa reunião em Washington DC na quinta-feira, o Conselho de Administração do Banco de Exportações e Importações dos Estados Unidos da América aprovou, por unanimidade, um empréstimo de cinco biliões de dólares para a construção da fábrica, que a partir desta sexta-feira passa a ser operada pela francesa Total.

“Os Estados Unidos da América saúdam o voto unânime do Conselho de Administração do Banco de Exportação e Importação dos Estados Unidos de autorizar um empréstimo directo de cinco mil milhões de dólares para apoiar um projecto de Gás Natural Liquefeito no norte de Moçambique. Este investimento irá impulsionar o crescimento económico, criar empregos e aumentar as receitas fiscais em Moçambique, ao mesmo tempo que apoia milhares de empregos nos Estados Unidos”, refere a nota da Embaixada norte-americana em Maputo.

E, acrescenta: “É também um passo importante no cumprimento do compromisso da iniciativa Prosper Africa dos Estados Unidos de duplicar o seu investimento, impulsionar o crescimento e aprofundar as nossas parcerias em África”.

Já o Conselho de Administração do Banco de Exportação e Importação dos Estados Unidos considera o projecto da Área 1 da Bacia do Rovuma como sendo estratégico e transformador para o crescimento económico de Moçambique. Os membros do conselho de administração dizem mesmo que se o financiamento não tivesse sido autorizado e os Estados Unidos não participassem do projecto, outros países iriam mobilizar esforços para se posicionar como financiadores.
 

 

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