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Até sempre António Pinto de Abreu

Chegou ao fim a trajetória de um homem que dedicou a vida ao mundo económico-financeiro, António Pinto de Abreu, PCA das Linhas Aéreas de Moçambique e antigo vice-governador do Bando de Moçambique que perdeu a vida na última quarta-feira vítima de doença.

O velório que decorreu no Centro Cultural da Universidade Eduardo Mondlane iniciou por volta das nove horas da manhã. Os convidados à sua chegada eram convidados a velar o corpo presente de António Pinto de Abreu, tendo ao fundo as suas músicas preferidas. E as homenagens iniciaram com a declamação de poesia por parte de Nataniel Ngomane.

A seguir foram os filhos que foram prestar a última homenagem ao seu pai. Destacando suas melhores qualidades.
Os sobrinhos também deixaram o testemunho da influência que o tio teve nas suas vidas.

O Conselho de Administração das Linhas Aéreas de Moçambique que era presidido pelo malogrado falou do seu papel na empresa, principalmente em três dimensões: o cumprimento escrupuloso das regras estabelecidas e da lei, o respeito pelos trabalhadores e a liderança.

E o Banco de Moçambique onde trabalhou por mais de 30 anos e fez o seu percurso profissional desempenhando várias funções desde escriturário até ser vice-governador, diz que o país perdeu um grande quadro.

O veterano da Luta de Libertação Nacional, Feliciano Gundana, uma pessoa próxima de Pinto de Abreu, conta que ele foi um jovem exemplar e considera que o país perdeu um grande profissional
A cerimónia terminou tal como começou. Com declamação de poesia por parte de Nataniel Ngomane, desta vez da autoria do malogrado, retirada do livro Brisa de Luz publicado em 2015.

Foi-se o homem dos números e das artes, mas as suas obras ficarão na memória dos moçambicanos e do mundo. Até sempre António Pinto de Abreu. 

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